Pinga ne mim

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Eu sou uma pessoa que gosta de cachaça. Mas, por favor, não vá visualizar uma pingunça, pendurada num balcão de bar, bebendo até cair, porque eu sou uma consumidora de cachaça muito da phena, ouviu bem?

Na verdade, eu descobri há pouco tempo o prazer de degustar uma boa cachaça, o que não é problema nesse Brazilzão de meu Deus, afinal, somos a terra da cana-de-açúcar e da excelência na produção de cachaças.

Ontem teve degustação de cachacinha aqui em casa...

1- Ypióca - Cachaça cearense, edição especial de aniversário, envelhecida por 6 anos em tonel de bálsamo e carvalho. Boa, muito boa, mas tem uma pegada meio comercial. Eu não saberia dizer o porquê, mas percebe-se que foi feita em larga escala. Não possui característica artesanal no gosto.

2- Maria da Cruz - Cachaça mineira, da Fazenda do Cantagalo (soube que pertence ao nosso vice-presidente), carinhosamente presenteada pela doce Mariana, minha colega de trabalho. Fina, muito fina. Uma cachaça leve, que desce suave, e tem um cheiro meio adocicado de anis (???) ou algo parecido, sei lá. É daquelas que você vai tomando, tomando, e achando que nunca vai ficar bêbada. Essas são as mais perigosas! Muita atenção! =)

3- Serra das Almas - Cachaça baiana, de Rio de Contas, Chapada Diamantina. Orgânica e artesanal, sem dúvida, a minha preferida entre as três, justamente pelo fato de que por algum motivo nota-se o seu caráter artesanal, fresco. Deliciosa, e eu prefiro gelada.

Ai, ai, ai... uma cachacinha é importante.

=)