01/09/10 - 15:42 | Adubação orgânica
Seção: Lar Doce Lar
Postado por: Grasi

(foto:getty images)
Pra quem está dando os primeiros passos na jardinagem, a orgânica é mais segura, caso erre na mão, o resultado é bem menos desastroso, isso porque os orgânicos são absorvidos lentamente, ao contrário dos adubos minerais(químicos).
Os adubos orgânicos podem ser de origem vegetal ou animal, em decomposição ou já decompostos. Podem ser usados como adubo: húmus de minhoca, esterco de aves ou gado bem curtido, farinha de ossos, torta de mamona, até urina de vaca dissolvida...
Aqui em casa fazemos a compostagem, com restos da cozinha e do jardim, faço numa espécie de caixa de madeira, de tempos em tempos vamos tirando o composto pronto e armazenando pra usar. Existem no mercado caixas e recipientes próprios para fazer a compostagem em casa.
Além da compostagem, usamos muito o húmus de minhoca. Ambos são ricos em microrganismos, que no seu processo metabólico liberam substâncias benéficas no solo, e não vão fazer mal nenhum ás suas plantas, pelo contrário, vão melhorar a estrutura do solo, fornecer nutrientes e ajudar na manutenção da umidade, ou seja, tornar o ambiente mais rico para suas plantas.
A torta de mamona é rica em nitrogênio (esse é um adubo organo-mineral) e a farinha de ossos é rica em fósforo e tem também cálcio, a função do nitrogênio e do fósforo eu falei aqui. Para folhagens, pode-se usar a torta de mamona, já em floríferas use a farinha de ossos. A mistura dos dois em partes iguais também pode ser usada em hortas e vasos com temperos.
Não use essa mistura em jardins onde vivem cães soltos, a farinha de ossos os atrai e a torta de mamona é tóxica para eles (principalmente se seu cão ama fazer buracos no jardim!).
O esterco de gado ou aves deve ser sempre bem curtido, ou poderão fermentar (o processo libera muito calor) e matar suas plantas, isso para quem tiver o esterco em casa, aqueles encontrados no mercado já foram curtidos e podem ser usados normalmente.
Siga sempre a recomendação do fabricante quanto á quantidade, o composto preparado em casa, uso umas 100g por planta de pequeno porte, o esterco de aves 1 colher(sopa) não muito cheia para um vaso pequeno, daí façam uma média para vaso maiores (bom senso sempre!). Eles também podem causar prejuízo se usados de forma incorreta.
O adubo orgânico deve ser sempre incorporado no solo, com um ancinho mexa delicadamente a terra na superfície e misture-o, regue em seguida.
Pra quem tem facilidade de encontrar, a urina de vaca pode ser usada como um biofertilizante, é só colhê-la, deixar em recipiente fechado por 8 a 10 dias e depois dissolvê-la em água. O cheiro não agrada muito, mas funciona...
Para hortaliças: 1 L de urina em 100 L de água, pulverize nas plantas a cada 15 dias. Na alface, deve ser aplicada no solo.
Para frutíferas: 5 L de urina em 100 l de água, aplique no solo, meio litro por planta, 1 L se for já adulta, a cada 3 meses.
Utilize nas horas mais frescas do dia, o cheiro é forte logo depois da aplicação, mas depois acaba.
Se seu vaso tem uma forração, faça uma calda de húmus:
Dissolva 1 xícara(café) de húmus de minhoca em 2L de água e regar normalmente, ou faça uma calda de esterco: misturar 1 K de esterco de gado bem curtido em 10l de água e deixar curtir de 8 a 10 dias. Diluir uma parte de calda em 9 partes de água e regar as plantas.
Caso você use adubação química somente, comece alternando com a orgânica, os adubos com torta de mamona e farinha de ossos, utilize a cada 3 meses, estercos a cada 40 dias e húmus a cada 30 dias. Em vaso de floríferas é ótima essa alternância.
Em algumas plantas mais sensíveis á adubação química eu só uso a orgânica, como é o caso das maria-sem-vergonha, avencas, samambaias, jiboia, bromélias, já em plantas aromáticas e medicinais eu também evito porque serão consumidas. Não tenho nada contra a adubação mineral, uso em minhas plantas ornamentais em casa normalmente, só acho que exigem um pouco mais de atenção quando utilizados.
Seção: Lar Doce Lar
Postado por: Faby
Siga as placas

AmEY essa plaquinha charmosa da Rosamundo para porta de banheiro e acho que ela vai ficar mega fofa na minha cabana :)
***
Na época em que eu morava sozinha também tive uma placa na porta do banheiro, mas ela dizia... PIPIROOM - ownnnnn, cuti cuti né?
Muitos e muitos anos depois, hoje em dia eu sou mais a da Rosamundo, toda trabalhada na vibe francesa - porque né, eu também não sou mais a mesma pessoa de vinte anos atrás =))))
***
E irmã, só consegui pensar em você com essa lamparina aqui ó.

AmEY essa plaquinha charmosa da Rosamundo para porta de banheiro e acho que ela vai ficar mega fofa na minha cabana :)
***
Na época em que eu morava sozinha também tive uma placa na porta do banheiro, mas ela dizia... PIPIROOM - ownnnnn, cuti cuti né?
Muitos e muitos anos depois, hoje em dia eu sou mais a da Rosamundo, toda trabalhada na vibe francesa - porque né, eu também não sou mais a mesma pessoa de vinte anos atrás =))))
***
E irmã, só consegui pensar em você com essa lamparina aqui ó.
Seção: Lar Doce Lar
Postado por: Faby
Subiu no telhado

Mega chateada de ter trincado minha linda travessa da coleção Debret da Cerâmica Luiz Salvador, que eu trouxe cheia de dedos lá de Petrópolis.
Não é uó quando isso acontece? Você está lá, toda linda e loura lavando a louça e de repente... pimba! o trem escapa dos seus dedos um minutinho, bate na quina da cuba da pia e... já era :((((
C'est la vie. Droga :(

Mega chateada de ter trincado minha linda travessa da coleção Debret da Cerâmica Luiz Salvador, que eu trouxe cheia de dedos lá de Petrópolis.
Não é uó quando isso acontece? Você está lá, toda linda e loura lavando a louça e de repente... pimba! o trem escapa dos seus dedos um minutinho, bate na quina da cuba da pia e... já era :((((
C'est la vie. Droga :(
Seção: Lar Doce Lar
Postado por: Katita
MicroCasa
Seção: Lar Doce Lar
Postado por: Faby
Um post para Dani Falcão

Dani, olha só nossa orquídea como amanheceu hoje! Viu como eu estou cuidando dela direitinho?
Toda vez que olho pra ela, lembro de você e da peripécia de me enviar uma orquídea via Sedex :)))
Sei não, mas acho que você vai ganhar um post desses todo ano, viu? =)
coisalinda.com.br

Dani, olha só nossa orquídea como amanheceu hoje! Viu como eu estou cuidando dela direitinho?
Toda vez que olho pra ela, lembro de você e da peripécia de me enviar uma orquídea via Sedex :)))
Sei não, mas acho que você vai ganhar um post desses todo ano, viu? =)
coisalinda.com.br
Seção: Lar Doce Lar
Postado por: Grasi
Adubação

(foto:herbioeste)
Esse post é um tira-dúvidas sobre adubos, os mais encontrados nas floriculturas e para que servem.
Adubos químicos
NPK
O NPK pode ser encontrado granulado ou líquido. O granulado deve ser colocado sobre o solo, sem encostar na planta e feita uma rega em seguida. O líquido é dissolvido na água das regas. Alguns também são encontrados como um granuladinho fino (lembram um açúcar colorido) e também devem ser dissolvidos na água.
Eu prefiro o líquido para usar em vasos já formados, é bem mais prático e difícil de errar, já o granulado eu uso em canteiros de áreas externas ou vasos grandes.
As letras N, P e K, significam os nutrientes nitrogênio, fósforo e potássio, respectivamente e os números são a porcentagem deles na fórmula.
O nitrogênio atua no crescimento das plantas, na produção de clorofila, pigmento que dá cor verde ás plantas (ok, não vou entrar naqueles ciclos da época do colégio). Só dai já dá pra deduzir, uma folhagem, plantas ainda na fase jovem (de crescimento) precisa de mais N. Ele vai ajudar no crescimento de folhas, brotações, galhos, ou seja, dar uma força pra parte vegetativa da planta.
Então quando o vendedor falar NPK 30-10-10, você já sabe, é rico em nitrogênio, bom pra essas plantas que eu falei. Tem também o NPK 10-10-10, um fórmula equilibrada dos 3 nutrientes, pode ser usado também em plantas jovens, samambaias, e o NPK 20-20-20, que pode ser usado em folhagens grandes, árvores e palmeiras.
O fósforo estimula o florescimento, a frutificação, no crescimento de raízes, então plantas floríferas, frutíferas devem receber adubo rico em fósforo. O NPK 4-14-8, conhecido de 10 entre 10 pessoas que gostam de jardinagem, é o mais recomendado nas floriculturas.
O potássio atua no fortalecimento de raízes, que é por onde a planta absorve todos os nutrientes do solo e na absorção de líquidos, com ele a melhoria da plantas é geral, elas ficam mais resistentes á pragas e doenças, e respondem melhor á floração e frutificação.
Na natureza tudo deve ser equilibrado, se você exagera num nutriente, a planta deixa de absorver outro, se intoxica e daí nada fará efeito, sua planta pode até morrer.
Tenha sempre muito cuidado ao usar adubos químicos, nunca exceda a quantidade e intervalos indicados pelo fabricante, uma superadubação pode matar rapidamente suas plantas. Use preferencialmente em plantas anuais, floríferas, plantas com deficiência nutricional comprovada, que nâo recebem adubação faz muito tempo e precisam de um upgrade rapidinho, em solos muito pobres.

(foto: Casa e Jardim)
Aplique sempre como solo úmido(ajuda a dissolver e distribuir melhor o adubo), regue logo em seguida, espalhe o adubo granulado em volta das plantas, nunca encoste no caule porque pode queimar.
Para adubar árvores, não espalhe o adubo próximo da árvore, faça um círculo com aproximadamente o diâmetro da copa e cave alguns buracos de uns 10-15 cm de profundidade pra por o adubo, feche e regue normalmente.
Esse círculo deve ser feito porque as raízes que vão absorver o adubo alcançam mais ou menos essa área.
Pra quem está dando os primeiros passos na jardinagem, a adubação orgânica é mais segura, caso erre na mão, o resultado é bem menos desastroso, isso porque os orgânicos são absorvidos lentamente, ao contrário dos químicos.
Não faça adubação quando a planta estiver em floração, e nem um pouco antes dessa época. Também evite fazer quando a planta foi podada ou plantada recentemente. Espere que ela se adapte ao ambiente.
No próximo post: adubação orgânica.

(foto:herbioeste)
Esse post é um tira-dúvidas sobre adubos, os mais encontrados nas floriculturas e para que servem.
Adubos químicos
NPK
O NPK pode ser encontrado granulado ou líquido. O granulado deve ser colocado sobre o solo, sem encostar na planta e feita uma rega em seguida. O líquido é dissolvido na água das regas. Alguns também são encontrados como um granuladinho fino (lembram um açúcar colorido) e também devem ser dissolvidos na água.
Eu prefiro o líquido para usar em vasos já formados, é bem mais prático e difícil de errar, já o granulado eu uso em canteiros de áreas externas ou vasos grandes.
As letras N, P e K, significam os nutrientes nitrogênio, fósforo e potássio, respectivamente e os números são a porcentagem deles na fórmula.
O nitrogênio atua no crescimento das plantas, na produção de clorofila, pigmento que dá cor verde ás plantas (ok, não vou entrar naqueles ciclos da época do colégio). Só dai já dá pra deduzir, uma folhagem, plantas ainda na fase jovem (de crescimento) precisa de mais N. Ele vai ajudar no crescimento de folhas, brotações, galhos, ou seja, dar uma força pra parte vegetativa da planta.
Então quando o vendedor falar NPK 30-10-10, você já sabe, é rico em nitrogênio, bom pra essas plantas que eu falei. Tem também o NPK 10-10-10, um fórmula equilibrada dos 3 nutrientes, pode ser usado também em plantas jovens, samambaias, e o NPK 20-20-20, que pode ser usado em folhagens grandes, árvores e palmeiras.
O fósforo estimula o florescimento, a frutificação, no crescimento de raízes, então plantas floríferas, frutíferas devem receber adubo rico em fósforo. O NPK 4-14-8, conhecido de 10 entre 10 pessoas que gostam de jardinagem, é o mais recomendado nas floriculturas.
O potássio atua no fortalecimento de raízes, que é por onde a planta absorve todos os nutrientes do solo e na absorção de líquidos, com ele a melhoria da plantas é geral, elas ficam mais resistentes á pragas e doenças, e respondem melhor á floração e frutificação.
Na natureza tudo deve ser equilibrado, se você exagera num nutriente, a planta deixa de absorver outro, se intoxica e daí nada fará efeito, sua planta pode até morrer.
Tenha sempre muito cuidado ao usar adubos químicos, nunca exceda a quantidade e intervalos indicados pelo fabricante, uma superadubação pode matar rapidamente suas plantas. Use preferencialmente em plantas anuais, floríferas, plantas com deficiência nutricional comprovada, que nâo recebem adubação faz muito tempo e precisam de um upgrade rapidinho, em solos muito pobres.

(foto: Casa e Jardim)
Aplique sempre como solo úmido(ajuda a dissolver e distribuir melhor o adubo), regue logo em seguida, espalhe o adubo granulado em volta das plantas, nunca encoste no caule porque pode queimar.
Para adubar árvores, não espalhe o adubo próximo da árvore, faça um círculo com aproximadamente o diâmetro da copa e cave alguns buracos de uns 10-15 cm de profundidade pra por o adubo, feche e regue normalmente.
Esse círculo deve ser feito porque as raízes que vão absorver o adubo alcançam mais ou menos essa área.
Pra quem está dando os primeiros passos na jardinagem, a adubação orgânica é mais segura, caso erre na mão, o resultado é bem menos desastroso, isso porque os orgânicos são absorvidos lentamente, ao contrário dos químicos.
Não faça adubação quando a planta estiver em floração, e nem um pouco antes dessa época. Também evite fazer quando a planta foi podada ou plantada recentemente. Espere que ela se adapte ao ambiente.
No próximo post: adubação orgânica.
Seção: Lar Doce Lar
Postado por: Katita
Há flores em tudo o que vejo

Hoje, numa das minhas batidas no centrão, encontrei três presentinhos para o lar por 17 pilas, tudo de frô. Um adesivo de cercadinho de jardim na mão do camelô enquanto esparava a chuva parar, por 5 pilas; um copinho plástico, de 1,99; e um corte de 1,40m X 1,20m de uma toalha plástica leeeeeeeeeeeenda, por 10 pilas. Total do investimento: R$ 16,99.

Já fui chegando em casa e resolvendo: adesivos num cantinho de parede sobre o rodapé, copinho no banheiro para escova de cabelo e pente, e minha leeeeeeeeeeeeeeenda toalha correndo para a mesa da cozinha.
Agora deixa eu delirar e mostrar para vocês as máscaras incríveis que eu achei numa casa de fantasias (5 por 3,99, com amarração em fita de cetim). Adorei o retrô da ilustração e duas delas vão virar quadros. Ó a lôka:

Hoje, numa das minhas batidas no centrão, encontrei três presentinhos para o lar por 17 pilas, tudo de frô. Um adesivo de cercadinho de jardim na mão do camelô enquanto esparava a chuva parar, por 5 pilas; um copinho plástico, de 1,99; e um corte de 1,40m X 1,20m de uma toalha plástica leeeeeeeeeeeenda, por 10 pilas. Total do investimento: R$ 16,99.

Já fui chegando em casa e resolvendo: adesivos num cantinho de parede sobre o rodapé, copinho no banheiro para escova de cabelo e pente, e minha leeeeeeeeeeeeeeenda toalha correndo para a mesa da cozinha.
Agora deixa eu delirar e mostrar para vocês as máscaras incríveis que eu achei numa casa de fantasias (5 por 3,99, com amarração em fita de cetim). Adorei o retrô da ilustração e duas delas vão virar quadros. Ó a lôka:
Seção: Lar Doce Lar
Postado por: Faby
Lágrima de Cristo

Uma flor tão linda com um nome tão tristonho.

Uma flor tão linda com um nome tão tristonho.
Seção: Lar Doce Lar
Postado por: Katita
MicroCasa
Seção: Lar Doce Lar
Postado por: Faby
Seção: Lar Doce Lar
Postado por: Katita
Vânia, escola e rotina: tudo de volta

Foi massa assumir totalmente a minha casa durante as férias de Vânia. Fiz todas aquelas coisas que só a dona da casa faz, e coloquei tudo na mais absoluta ordem. Armários, doações, reconfigurações, reconsiderações.
Mas Vânia, as aulas de Bento, e nossa rotina, por conseguinte, voltaram todos . Bento estava morrendo de saudades dela e eu também. Não por causa de sua ajuda, mas porque ela é muito fofa, e já faz parte da família de alguma forma. Tanto é que Bento fez questão de chegar da escola com uma flor para lhe oferecer de boas-vindas.

O quarto do guri ficou 4 mega-sacolas mais leve nesta última batida. Uma coisa bacana que gosto de fazer: ele mesmo vai doar os brinquedos que não usa mais, em mãos, para crianças de um orfanato lá do Bonfim. Esses guris que costumam ter quase tudo o que querem precisam ter alguma noção do que é miséria e fome desde cedinho. Já fizemos isso uma vez e foi massa. Ele adorou. Super recomendo.

Foi massa assumir totalmente a minha casa durante as férias de Vânia. Fiz todas aquelas coisas que só a dona da casa faz, e coloquei tudo na mais absoluta ordem. Armários, doações, reconfigurações, reconsiderações.
Mas Vânia, as aulas de Bento, e nossa rotina, por conseguinte, voltaram todos . Bento estava morrendo de saudades dela e eu também. Não por causa de sua ajuda, mas porque ela é muito fofa, e já faz parte da família de alguma forma. Tanto é que Bento fez questão de chegar da escola com uma flor para lhe oferecer de boas-vindas.

O quarto do guri ficou 4 mega-sacolas mais leve nesta última batida. Uma coisa bacana que gosto de fazer: ele mesmo vai doar os brinquedos que não usa mais, em mãos, para crianças de um orfanato lá do Bonfim. Esses guris que costumam ter quase tudo o que querem precisam ter alguma noção do que é miséria e fome desde cedinho. Já fizemos isso uma vez e foi massa. Ele adorou. Super recomendo.
Seção: Lar Doce Lar
Postado por: Katita
Projeto gaiolinhas do lixão

Então... sobre as gaiolinhas abaixo, em cólicas, dei logo uma boa lavada nas duas e deixei secar numa frestinha de sol que apareceu rápida, e fui logo pendurando meus passarinhos: o estilizado da Oropa, França e Bahia (loja da atriz Rita Assemany e da escritora, dramaturga e diretora de teatro Aninha Franco, lá no Ceasa Rio Vermelho), meu passarinho tapajó de madeira, meu coloridos que comprei na estrada para o Vale do Jiquiriçá, e meu pintinho mineiro de barro, o Bilau, meu xodó.

Hei de encher as minhas gaiolinhas com os mais lindos e coloridos passarinhos! =)
*suspiro de quem viu passarinho, digo, gaiolinha azul*

Então... sobre as gaiolinhas abaixo, em cólicas, dei logo uma boa lavada nas duas e deixei secar numa frestinha de sol que apareceu rápida, e fui logo pendurando meus passarinhos: o estilizado da Oropa, França e Bahia (loja da atriz Rita Assemany e da escritora, dramaturga e diretora de teatro Aninha Franco, lá no Ceasa Rio Vermelho), meu passarinho tapajó de madeira, meu coloridos que comprei na estrada para o Vale do Jiquiriçá, e meu pintinho mineiro de barro, o Bilau, meu xodó.

Hei de encher as minhas gaiolinhas com os mais lindos e coloridos passarinhos! =)
*suspiro de quem viu passarinho, digo, gaiolinha azul*
Seção: Lar Doce Lar
Postado por: Grasi
Mandevila

(foto: home and garden)
Resolvi falar dessa planta exuberante esse mês: a Mandevila ou Dipladênia, essa trepadeira linda, com flores bem vistosas, algumas até perfumadas, com cheirinho de tutti-frutti. Elas são nativas da América Tropical, muitas espécies são daqui do Brasil, fazem um sucesso já a muito tempo lá fora, onde é conhecida como Brazilian Jasmine.
Eu estou com duas mudas que comprei recentemente, mas ainda não decidi onde plantar, provavelmente será num vaso de cerâmica, com uma pequena treliça. A mandevila é bem versátil, vai bem em vasos, plantada diretamente no solo, em pergolados, cercas etc. Gosta de clima quente e úmido, e um solo rico em matéria orgânica. Uma mistura boa para vasos é essa daqui:
1 parte de terra comum
1 parte de terra vegetal
1 parte de húmus de minhoca
1/2 parte de areia de construção
Existem várias espécies de mandevila, algumas tendem a ter o crescimento como trepadeiras, outras como arbustos, se plantadas em vasos. As cores mais fáceis de encontrar são a rosa e a vermelha, mas existem também a branca, a lilás e a amarela. Em locais mais quentes, ela floresce quase o ano todo quando bem tratada, um pouco menos no inverno, em locais mais frios, as flores aparecem mais no verão e duram até 10 dias.

(foto: infojardin)
A rega é aquela dica básica: só molhar o suficiente para o solo ficar levemente úmido e esperar secar um pouquinho até a próxima vez, a cada 2 ou 3 dias, no frio o solo demora mais pra secar, encoste o dedo na terra e sinta a umidade antes de regar.
Ela gosta de pleno sol em locais de clima ameno e meia sombra em clima quente, é difícil cultivá-la em locais frios, com temperaturas menores que 15°C, ela sofre muito com o frio.
No geral, ela é bem resistente a pragas, eventualmente podem aparecer ácaros (as folhas parecem meio bronzeadas na face inferior e vão secando) e cochonilhas, use algo natural para controlar, como o óleo de neem.
Pra adubar, use uma mistura de partes iguais de farinha de ossos (cuidado pq os cães se sentem atraídos e podem destruir o vaso...) e húmus de minhoca, umas 3 colheres de sopa por muda, misture na terra superficialmente com um garfo e regue, a cada 2 meses é suficiente. Use também um adubo líquido tipo NPK 4-14-8 dissolvido na água das regas a cada 15 dias.

(foto: ponseti landscaping)
Lembrete importante: A mandevila pertence à família Apocynaceae, conhecida pela maioria das plantas liberarem látex, essa substância é tóxica e pode causar alergia em crianças e animais se ingerida, ou em contato com a pele. Atenção ao local onde vai ser plantada!
Até agosto!

(foto: home and garden)
Resolvi falar dessa planta exuberante esse mês: a Mandevila ou Dipladênia, essa trepadeira linda, com flores bem vistosas, algumas até perfumadas, com cheirinho de tutti-frutti. Elas são nativas da América Tropical, muitas espécies são daqui do Brasil, fazem um sucesso já a muito tempo lá fora, onde é conhecida como Brazilian Jasmine.
Eu estou com duas mudas que comprei recentemente, mas ainda não decidi onde plantar, provavelmente será num vaso de cerâmica, com uma pequena treliça. A mandevila é bem versátil, vai bem em vasos, plantada diretamente no solo, em pergolados, cercas etc. Gosta de clima quente e úmido, e um solo rico em matéria orgânica. Uma mistura boa para vasos é essa daqui:
1 parte de terra comum
1 parte de terra vegetal
1 parte de húmus de minhoca
1/2 parte de areia de construção
Existem várias espécies de mandevila, algumas tendem a ter o crescimento como trepadeiras, outras como arbustos, se plantadas em vasos. As cores mais fáceis de encontrar são a rosa e a vermelha, mas existem também a branca, a lilás e a amarela. Em locais mais quentes, ela floresce quase o ano todo quando bem tratada, um pouco menos no inverno, em locais mais frios, as flores aparecem mais no verão e duram até 10 dias.

(foto: infojardin)
A rega é aquela dica básica: só molhar o suficiente para o solo ficar levemente úmido e esperar secar um pouquinho até a próxima vez, a cada 2 ou 3 dias, no frio o solo demora mais pra secar, encoste o dedo na terra e sinta a umidade antes de regar.
Ela gosta de pleno sol em locais de clima ameno e meia sombra em clima quente, é difícil cultivá-la em locais frios, com temperaturas menores que 15°C, ela sofre muito com o frio.
No geral, ela é bem resistente a pragas, eventualmente podem aparecer ácaros (as folhas parecem meio bronzeadas na face inferior e vão secando) e cochonilhas, use algo natural para controlar, como o óleo de neem.
Pra adubar, use uma mistura de partes iguais de farinha de ossos (cuidado pq os cães se sentem atraídos e podem destruir o vaso...) e húmus de minhoca, umas 3 colheres de sopa por muda, misture na terra superficialmente com um garfo e regue, a cada 2 meses é suficiente. Use também um adubo líquido tipo NPK 4-14-8 dissolvido na água das regas a cada 15 dias.

(foto: ponseti landscaping)
Lembrete importante: A mandevila pertence à família Apocynaceae, conhecida pela maioria das plantas liberarem látex, essa substância é tóxica e pode causar alergia em crianças e animais se ingerida, ou em contato com a pele. Atenção ao local onde vai ser plantada!
Até agosto!
Seção: Lar Doce Lar
Postado por: Grasi
Frutíferas em vaso

(foto: Paisagismo Lopes)
Voltando ao jardim do RL, resolvi usar o post da Faby como inspiração e escrever sobre frutíferas em vaso. Não tem coisa mais legal que colher a jabuticaba no pé, o limão da caipirinha, tudo em casa, na varanda. Além disso atrair pássaros, incentivar as crianças a se alimentarem bem, acompanhar o desenvolvimento dos frutos...
Parece complicado, mas não é! Seguindo todos os passos básicos e tendo sol, rapidinho já vai ter colheita. As necessidades primordiais são: vaso grande, mistura boa de terra e sol.
O vaso: Pode ser de qualquer material, tem que ter uma boa drenagem, a água não pode acumular de jeito nenhum, é só fazer uma camada com cacos de cerâmica, argila expandida, brita ou isopor, uns 5 cm de espessura já é o ideal e uma camadinha de areia só pra tampar essa primeira camada. Eu falei sobre como fazer essa drenagem aqui.
Ele deve ser bem espaçoso, o suficiente para as raízes crescerem bem, isso é fundamental pra produção dos frutos. Num vaso apertado, a raiz não cresce e a planta não se desenvolve. Uma medida boa começa com no mínimo uns 50cm de altura e 40 cm de diâmetro.
A terra: Pense que essa mistura tem que ser boa o suficiente para fornecer todos os nutrientes e deixar as raízes respirarem. No mercado existem substratos já prontos para plantar frutíferas (perfeitos pra quem não tem espaço ou paciência pra fazer a mistura).
Mas se você quiser fazer em casa, use:
1 parte de terra comum
½ parte de terra vegetal
1 parte de húmus de minhoca
1 parte de areia
200g de farinha de ossos.
Depois da drenagem , coloque a mistura no vaso até a metade mais ou menos, coloque a muda no centro, com o torrão preservado, de modo que ela fique uns 2 a 3cm abaixo da borda do vaso. Complete com a mistura em volta (não enterre o caule da muda, deixe a mistura no nível do torrão), e molhe bem, uma rega abundante.
Forrar o substrato com pedras ou algum tipo de forração ajuda no visual e na manutenção da umidade, pode ser azulzinha, dinheiro-em-penca , gota-de-orvalho, rabo-de-gato, hera etc...
Rega: Nunca encharcar o vaso, umas 3x/semana é o suficiente, se o clima estiver frio, até menos.
Luminosidade: Toda frutífera precisa de no mínimo 4h diárias de sol, no início, o sol da manhã é o ideal, depois tanto faz. As únicas que sobrevivem produzindo frutos com um pouco menos de sol, são a romã, a pitanga e a jabuticabeira. No caso de apartamentos, se tiver sol e a varanda for protegida dos ventos fortes, suas frutíferas vão se adaptar bem.
O ideal é que a muda seja bem formada, aparência saudável. No caso de limão, laranjinha kinkan e mexerica, todas as mudas deverão ter sido produzidas por enxertia (é só perguntar ao vendedor), nesse caso elas produzem novas e bem mais rápido do que as plantadas por sementes.
Adubação: Pode ser feita umas 3x/ano, com farinha de ossos e adubo químico NPK 4-14-8 granulado, misture os dois e coloque umas 150g por vaso, espalhe mais para as bordas do vaso e regue bem em seguida. Nessa fase também é bom dar u ma mexida de leve na superfície da terra, como um garfo mesmo, retirar galhos secos e mal formados.
Preste sempre atenção nas pragas e doenças, controle-as sempre com um defensivo orgânico, como as receitinhas que eu já passei aqui ou óleo de neem (uma planta indiana que controla muitos tipos de praga).
Até o próximo mês!

(foto: Paisagismo Lopes)
Voltando ao jardim do RL, resolvi usar o post da Faby como inspiração e escrever sobre frutíferas em vaso. Não tem coisa mais legal que colher a jabuticaba no pé, o limão da caipirinha, tudo em casa, na varanda. Além disso atrair pássaros, incentivar as crianças a se alimentarem bem, acompanhar o desenvolvimento dos frutos...
Parece complicado, mas não é! Seguindo todos os passos básicos e tendo sol, rapidinho já vai ter colheita. As necessidades primordiais são: vaso grande, mistura boa de terra e sol.
O vaso: Pode ser de qualquer material, tem que ter uma boa drenagem, a água não pode acumular de jeito nenhum, é só fazer uma camada com cacos de cerâmica, argila expandida, brita ou isopor, uns 5 cm de espessura já é o ideal e uma camadinha de areia só pra tampar essa primeira camada. Eu falei sobre como fazer essa drenagem aqui.
Ele deve ser bem espaçoso, o suficiente para as raízes crescerem bem, isso é fundamental pra produção dos frutos. Num vaso apertado, a raiz não cresce e a planta não se desenvolve. Uma medida boa começa com no mínimo uns 50cm de altura e 40 cm de diâmetro.
A terra: Pense que essa mistura tem que ser boa o suficiente para fornecer todos os nutrientes e deixar as raízes respirarem. No mercado existem substratos já prontos para plantar frutíferas (perfeitos pra quem não tem espaço ou paciência pra fazer a mistura).
Mas se você quiser fazer em casa, use:
1 parte de terra comum
½ parte de terra vegetal
1 parte de húmus de minhoca
1 parte de areia
200g de farinha de ossos.
Depois da drenagem , coloque a mistura no vaso até a metade mais ou menos, coloque a muda no centro, com o torrão preservado, de modo que ela fique uns 2 a 3cm abaixo da borda do vaso. Complete com a mistura em volta (não enterre o caule da muda, deixe a mistura no nível do torrão), e molhe bem, uma rega abundante.
Forrar o substrato com pedras ou algum tipo de forração ajuda no visual e na manutenção da umidade, pode ser azulzinha, dinheiro-em-penca , gota-de-orvalho, rabo-de-gato, hera etc...
Rega: Nunca encharcar o vaso, umas 3x/semana é o suficiente, se o clima estiver frio, até menos.
Luminosidade: Toda frutífera precisa de no mínimo 4h diárias de sol, no início, o sol da manhã é o ideal, depois tanto faz. As únicas que sobrevivem produzindo frutos com um pouco menos de sol, são a romã, a pitanga e a jabuticabeira. No caso de apartamentos, se tiver sol e a varanda for protegida dos ventos fortes, suas frutíferas vão se adaptar bem.
O ideal é que a muda seja bem formada, aparência saudável. No caso de limão, laranjinha kinkan e mexerica, todas as mudas deverão ter sido produzidas por enxertia (é só perguntar ao vendedor), nesse caso elas produzem novas e bem mais rápido do que as plantadas por sementes.
Adubação: Pode ser feita umas 3x/ano, com farinha de ossos e adubo químico NPK 4-14-8 granulado, misture os dois e coloque umas 150g por vaso, espalhe mais para as bordas do vaso e regue bem em seguida. Nessa fase também é bom dar u ma mexida de leve na superfície da terra, como um garfo mesmo, retirar galhos secos e mal formados.
Preste sempre atenção nas pragas e doenças, controle-as sempre com um defensivo orgânico, como as receitinhas que eu já passei aqui ou óleo de neem (uma planta indiana que controla muitos tipos de praga).
Até o próximo mês!
Seção: Lar Doce Lar
Postado por: Faby
Pimenta


Seção: Lar Doce Lar
Postado por: Faby
A nova dona de um pé de acerola

Sou eu :)

Sou eu :)
Seção: Lar Doce Lar
Postado por: Katita
Fernanda Young, Tok & Stok e a classe média

(montagem com imagem do Google)
Em algum lugar de um passado não muito distante li um texto da Fernanda Young no qual ela se referia a classe média "e seus móveis da Tok & Stok", de forma pejorativa. Eu entendi imediatamente o que ela quis dizer. Como se a aspiração máxima de uma tola sociedade média de consumo fosse ter um apartamento mobiliado na tal loja. Era claro que ela não criticava a loja e nem mesmo gosto, mas valores. Ela só usou a Tok&Stok como um exemplo. Poderia ser um SpaceFox ou uma cadeira cativa num restauranteda moda. Mesmo assim aquilo me espetou, em princípio, porque eu pertenço a classe média e consumo Tok & Stok.
Um breve parêntese: nunca fui fã da FY, mas acho a sua presença subversiva numa televisão sempre tão burra, uma glória. O mundo, e especialmente as mulheres mais "frágeis", sempre precisaram das "loucas" que aderiram as calças compridas, fumaram em público, queimaram sutiãs, expuseram barrigas grávidas pela primeira vez na praia, rasparam a cabeça, gritaram por liberdade e falaram o que pensam sem se importarem com as consequências disto.
Mas porque as palavras da FY me espetaram? Será que por algum momento eu senti vergonha de pertencer àquela classe média-medíocre que aspira apresentar a sua casa a sociedade, toda mobiliada com móveis apenas medianos disfarçados de cool, como se aquilo validasse para sempre o seu título de sócio do Amazing Brazilian Social Club? Tive medo de ser fútil, tive medo de ser cafona, tive medo de ser burra, tive medo.
Bom, cheguei aqui num ponto crítico do post. Ou sigo filosofando e perco o foco deste lar de rainha, ou finalmente termino o post com a minha resenha sobre a famigerada Tok&Stok, que é a melhor coisa que eu faço, viu?

(montagem com imagem do Google)
Em algum lugar de um passado não muito distante li um texto da Fernanda Young no qual ela se referia a classe média "e seus móveis da Tok & Stok", de forma pejorativa. Eu entendi imediatamente o que ela quis dizer. Como se a aspiração máxima de uma tola sociedade média de consumo fosse ter um apartamento mobiliado na tal loja. Era claro que ela não criticava a loja e nem mesmo gosto, mas valores. Ela só usou a Tok&Stok como um exemplo. Poderia ser um SpaceFox ou uma cadeira cativa num restauranteda moda. Mesmo assim aquilo me espetou, em princípio, porque eu pertenço a classe média e consumo Tok & Stok.
Um breve parêntese: nunca fui fã da FY, mas acho a sua presença subversiva numa televisão sempre tão burra, uma glória. O mundo, e especialmente as mulheres mais "frágeis", sempre precisaram das "loucas" que aderiram as calças compridas, fumaram em público, queimaram sutiãs, expuseram barrigas grávidas pela primeira vez na praia, rasparam a cabeça, gritaram por liberdade e falaram o que pensam sem se importarem com as consequências disto.
Mas porque as palavras da FY me espetaram? Será que por algum momento eu senti vergonha de pertencer àquela classe média-medíocre que aspira apresentar a sua casa a sociedade, toda mobiliada com móveis apenas medianos disfarçados de cool, como se aquilo validasse para sempre o seu título de sócio do Amazing Brazilian Social Club? Tive medo de ser fútil, tive medo de ser cafona, tive medo de ser burra, tive medo.
Bom, cheguei aqui num ponto crítico do post. Ou sigo filosofando e perco o foco deste lar de rainha, ou finalmente termino o post com a minha resenha sobre a famigerada Tok&Stok, que é a melhor coisa que eu faço, viu?
Seção: Lar Doce Lar
Postado por: Faby
Apoio para colher

À primeira vista parece mais um trambolho inútil para cozinha, mas depois que você passa a usar com frequência, não fica mais sem. Foi o que aconteceu com esse apoio para colher, que eu peguei como troco numa loja de utensílios domésticos (coisa de uns 5 pilas) e achei que ia ser mais uma tralha para guardar no armário. Felizmente me enganei.
Feito para ficar do ladinho do fogão enquanto você cozinha, serve para apoiar as colheres, espátulas ou o que você estiver usando, sem sujar sua bancada ou pia. Besta, né? Mas lá em casa funciona que é uma beleza.
É... podia ser um pratinho também a exercer a mesma função, mas né? =)))))

À primeira vista parece mais um trambolho inútil para cozinha, mas depois que você passa a usar com frequência, não fica mais sem. Foi o que aconteceu com esse apoio para colher, que eu peguei como troco numa loja de utensílios domésticos (coisa de uns 5 pilas) e achei que ia ser mais uma tralha para guardar no armário. Felizmente me enganei.
Feito para ficar do ladinho do fogão enquanto você cozinha, serve para apoiar as colheres, espátulas ou o que você estiver usando, sem sujar sua bancada ou pia. Besta, né? Mas lá em casa funciona que é uma beleza.
É... podia ser um pratinho também a exercer a mesma função, mas né? =)))))
Seção: Lar Doce Lar
Postado por: Katita
MicroCasa
Seção: Lar Doce Lar
Postado por: Katita
Vamos tomar café lá em casa?

Aqui na Bahia, e imagino que na maior parte do Brasil, quando alguém fala "vamos tomar café lá em casa" está se referindo a uma ceia, sem janta; aquela última refeição do dia, no início da noite, depois que a grande maioria das pessoas chega do seu trabalho, toma um banho (ou não) e senta para comer um pãozinho fresco e um café com leite com a família (ou não).
Aqui em casa não jantamos porque não gosto de comidão a noite, mas não dispenso uma sopa, um mingauzinho, um bolinho ou um cuzcuz de vez em quando. Descobri no "café" uma ótima oportunidade para receber amigos íntimos e família sem formalidades ou maiores preocupações, porque a coisa é simples. Primeiro porque é um programa de semana, que começa e termina cedo, e depois pode ser facilmente resolvido com uma passagem rápida numa padoca show, a caminho de casa. E é justamente essa informalidade, a expectativa do descanso ao final do dia no calor de nossos lares doces lares, que fazem do "tomar café" uma delícia de refeição, isso sem falar na delícia literal do que vai à mesa.
Quando eu chamo alguém para "tomar café" aqui em casa pode rolar sopinha, cucuz, bolo, pão quentinho, queijo branco ou requeijão (que não tem nada a ver com cremoso, viu povo do sudeste?), beiju, biscoitinhos artesanais, mingaus, chocolate, banana frita com açúcar e canela, raiz (aipim ou inhame cozido com manteiga derretida), e café fresco, é claro. Não isso tudo, mas algumas combinações daí deste rol.

Essa mesinha aí eu fiz para matar a saudade de duas queridas ontem. Tinha sopa de mandioquinha com camarão, bolo de cenoura com chocolate, queijos, geléia, lombinho, pão sírio integral, chocolate, cavaco (biscoito artesanal), leite e cheiro de cafezinho fresco no ar. A única coisa que eu tive tempo de fazer foi a sopa, o resto foi padoca, mas como o esquema é super íntimo, sem problema, ó que delícia.
Ah! E cabe frô na mesa do café também, viu? Aliás, onde é que não cabe frô?
=)
Ai, ai... eu adoro "tomar café".

Aqui na Bahia, e imagino que na maior parte do Brasil, quando alguém fala "vamos tomar café lá em casa" está se referindo a uma ceia, sem janta; aquela última refeição do dia, no início da noite, depois que a grande maioria das pessoas chega do seu trabalho, toma um banho (ou não) e senta para comer um pãozinho fresco e um café com leite com a família (ou não).
Aqui em casa não jantamos porque não gosto de comidão a noite, mas não dispenso uma sopa, um mingauzinho, um bolinho ou um cuzcuz de vez em quando. Descobri no "café" uma ótima oportunidade para receber amigos íntimos e família sem formalidades ou maiores preocupações, porque a coisa é simples. Primeiro porque é um programa de semana, que começa e termina cedo, e depois pode ser facilmente resolvido com uma passagem rápida numa padoca show, a caminho de casa. E é justamente essa informalidade, a expectativa do descanso ao final do dia no calor de nossos lares doces lares, que fazem do "tomar café" uma delícia de refeição, isso sem falar na delícia literal do que vai à mesa.
Quando eu chamo alguém para "tomar café" aqui em casa pode rolar sopinha, cucuz, bolo, pão quentinho, queijo branco ou requeijão (que não tem nada a ver com cremoso, viu povo do sudeste?), beiju, biscoitinhos artesanais, mingaus, chocolate, banana frita com açúcar e canela, raiz (aipim ou inhame cozido com manteiga derretida), e café fresco, é claro. Não isso tudo, mas algumas combinações daí deste rol.

Essa mesinha aí eu fiz para matar a saudade de duas queridas ontem. Tinha sopa de mandioquinha com camarão, bolo de cenoura com chocolate, queijos, geléia, lombinho, pão sírio integral, chocolate, cavaco (biscoito artesanal), leite e cheiro de cafezinho fresco no ar. A única coisa que eu tive tempo de fazer foi a sopa, o resto foi padoca, mas como o esquema é super íntimo, sem problema, ó que delícia.
Ah! E cabe frô na mesa do café também, viu? Aliás, onde é que não cabe frô?
=)
Ai, ai... eu adoro "tomar café".
Seção: Lar Doce Lar
Postado por: Faby
Eu só quero chocolate

(ilustração: Creative)
Todo ano quando vai chegando meu aniversário é a mesma coisa - começa a me dar um... comichão (com x?)... uma vontade louca de mudar, sabe? Talvez seja a lua, os astros ou talvez seja coisa só da minha maluquice mesmo... mas que acontece, acontece.
Esse ano comecei pelo cabelo, que estava enorme e precisava urgente de uma mudada. Corte novo, cara diferente (um pouco estranho ainda pra mim) - ok, problema resolvido. Agora, meu alvo é a sala de jantar (de novo!). Da última vez, eu mesma me atraquei com as tintas e pintei a parede (experiência que relatei aqui) - porque eu tenho dessas coisas de "tem que ser agora", sabe como é.
Só que esse ano, na mesma época em que eu olhava para a parede e pensava o que fazer com ela (que já teve textuta, papel de parede e 654 cores diferentes), meu telefone toca e adivinha quem era? Meu pintor! O bom e velho Jalvaci, que está concluindo uma pintura pertinho da minha casa.
Era o que eu precisava! Se eu acreditasse em coincidências, diria que essa foi uma enorme.
Corri para a loja de material de construção, liguei para o tapeceiro para trocar o tecido das cadeiras, garimpei um lustre que estava namorando há séculos, estou providenciando umas molduras para umas ideias que tive e daqui umas duas semanas outra sala vai aparecer. Adoro.

Minha cor agora é chocolate... mas tem também aquele ameixa que eu vou botar no quarto...
Ufa! Falta o que? Um pouco mais de um mês para o meu aniversário? Hmmmm, acho que dá tempo de mudar mais alguma coisinha, né? =)
Oi, meu nome é Faby, sou geminiana e acredito em sinais ;)

(ilustração: Creative)
Todo ano quando vai chegando meu aniversário é a mesma coisa - começa a me dar um... comichão (com x?)... uma vontade louca de mudar, sabe? Talvez seja a lua, os astros ou talvez seja coisa só da minha maluquice mesmo... mas que acontece, acontece.
Esse ano comecei pelo cabelo, que estava enorme e precisava urgente de uma mudada. Corte novo, cara diferente (um pouco estranho ainda pra mim) - ok, problema resolvido. Agora, meu alvo é a sala de jantar (de novo!). Da última vez, eu mesma me atraquei com as tintas e pintei a parede (experiência que relatei aqui) - porque eu tenho dessas coisas de "tem que ser agora", sabe como é.
Só que esse ano, na mesma época em que eu olhava para a parede e pensava o que fazer com ela (que já teve textuta, papel de parede e 654 cores diferentes), meu telefone toca e adivinha quem era? Meu pintor! O bom e velho Jalvaci, que está concluindo uma pintura pertinho da minha casa.
Era o que eu precisava! Se eu acreditasse em coincidências, diria que essa foi uma enorme.
Corri para a loja de material de construção, liguei para o tapeceiro para trocar o tecido das cadeiras, garimpei um lustre que estava namorando há séculos, estou providenciando umas molduras para umas ideias que tive e daqui umas duas semanas outra sala vai aparecer. Adoro.

Minha cor agora é chocolate... mas tem também aquele ameixa que eu vou botar no quarto...
Ufa! Falta o que? Um pouco mais de um mês para o meu aniversário? Hmmmm, acho que dá tempo de mudar mais alguma coisinha, né? =)
Oi, meu nome é Faby, sou geminiana e acredito em sinais ;)
Seção: Lar Doce Lar
Postado por: Katita
De volta para o branco

Eu abusei da claridade da minha casa quando comprei o apartamento e colori algumas paredes. Agora, um ano depois de anti-sala 100% turquesa, trouxe o branco de volta para a parede principal neste último domingo. Percebi durante este período que o azul refletia-se nas toalhas brancas da mesa e confundia um pouco a cor real da comida servida ali. E depois, estou precisando de mais claridade que vou trazer para as cortinas, hoje verde oliva, e para os sofás patch que vão ganhar forros de algodão sob medida, e viverão um tempo a paisana.
Minha casa refletindo o meu estado de espírito, pedindo esvaziamento e um pouco mais de branco paz.
Já falei que eu adoro pintar paredes?

Eu abusei da claridade da minha casa quando comprei o apartamento e colori algumas paredes. Agora, um ano depois de anti-sala 100% turquesa, trouxe o branco de volta para a parede principal neste último domingo. Percebi durante este período que o azul refletia-se nas toalhas brancas da mesa e confundia um pouco a cor real da comida servida ali. E depois, estou precisando de mais claridade que vou trazer para as cortinas, hoje verde oliva, e para os sofás patch que vão ganhar forros de algodão sob medida, e viverão um tempo a paisana.
Minha casa refletindo o meu estado de espírito, pedindo esvaziamento e um pouco mais de branco paz.
Já falei que eu adoro pintar paredes?
Seção: Lar Doce Lar
Postado por: Faby
Fubá

Vinte dias atrás eu o recolhi da rua - perdido, machucado, assustado e faminto. Hoje, vacinado, vermifugado, feliz e bem tratado... esse é o Fubá - agora, o quinto elemento lá de casa :)
***
Da série "Coisas sobre a Faby"...
Pois é, além de cozinheira, eu também sou... cachorreira (e, às vezes, cachorrona... rá! okey, too much information...rs)
=)))

Vinte dias atrás eu o recolhi da rua - perdido, machucado, assustado e faminto. Hoje, vacinado, vermifugado, feliz e bem tratado... esse é o Fubá - agora, o quinto elemento lá de casa :)
***
Da série "Coisas sobre a Faby"...
Pois é, além de cozinheira, eu também sou... cachorreira (e, às vezes, cachorrona... rá! okey, too much information...rs)
=)))
Seção: Lar Doce Lar
Postado por: Faby
Jantar a muitas mãos

(fotos: Cine Bistrot)
Uma confraria de pessoas que curtem cozinhar, reunidas em noites temáticas. Essa é a proposta de um grupo que tem em comum o interesse pelo fogão e um certo espírito desbravador. Dessa vez, a proposta era japa (ou quase) e, assim, oito pessoas se revezaram no comando das panelas, fogão, pia, balcão e todo espacinho que tinha na minha cozinha. Cada um inventando um prato, fazendo do seu jeito, compartilhando experiências, truques... tudo regado a caipirinhas de sakê (muitas) e cerveja gelada.
Da minha cozinha saíram: entradinha de tofu com gengibre, ovas e cebolinha; iscas de mignon à moda oriental; gohan, atum selado em crosta de gergelim; giozas; hot rolls incríveis com molho tarê; cogumelos no papilote e um ceviche de salmão com mel e maracujá (sim, porque a gente mistura culinária japa com andina numa bôua...rá!).
Agora, o próximo desafio: comida do Malavi. Quem viver, verá =)

(fotos: Cine Bistrot)
Uma confraria de pessoas que curtem cozinhar, reunidas em noites temáticas. Essa é a proposta de um grupo que tem em comum o interesse pelo fogão e um certo espírito desbravador. Dessa vez, a proposta era japa (ou quase) e, assim, oito pessoas se revezaram no comando das panelas, fogão, pia, balcão e todo espacinho que tinha na minha cozinha. Cada um inventando um prato, fazendo do seu jeito, compartilhando experiências, truques... tudo regado a caipirinhas de sakê (muitas) e cerveja gelada.
Da minha cozinha saíram: entradinha de tofu com gengibre, ovas e cebolinha; iscas de mignon à moda oriental; gohan, atum selado em crosta de gergelim; giozas; hot rolls incríveis com molho tarê; cogumelos no papilote e um ceviche de salmão com mel e maracujá (sim, porque a gente mistura culinária japa com andina numa bôua...rá!).
Agora, o próximo desafio: comida do Malavi. Quem viver, verá =)
Seção: Lar Doce Lar
Postado por: Katita
Microcasa
Seção: Lar Doce Lar
Postado por: Faby
Chão de flores

É o Outono chegando na minha varanda :)

É o Outono chegando na minha varanda :)
Seção: Lar Doce Lar
Postado por: Katita
Trucão do banheiro

O dinheiro da reforma acabou e não sobrou nada para o banheiro social, construído no final da década de 40, com louça, revestimento e aradelas originais.
Bom, a primeira coisa que eu fiz foi aceitar meu banheiro retrô de azulejinho azul. Mas não bastava apenas aceitar, havia problemas para solucionar: o vaso cor-de-rosa infelizmente estava rachado, o piso do box estava todo manchado, o armário de madeira que foi colocado sob a bancada da pia estava literalmente bichado, e o pior: a tubulação era de cobre. =O
Raspei o tacho, catei as nicas, assaltei o cofrinho de Bento e troquei a tubulação, que era o mais importante. Me joguei para o Museu do Azulejo para repor as pedras quebradas para a troca, e tive sorte de encontrar um pedreiro-encanador caprichoso, que acertou a pequena diferença dos azulejos encontrados, ligeiramente maiores do que os originais, e substituiu as pedras, fechando os buracos lindamente.
O armário bichado foi removido, a bancada escorada com enormes cantoneiras de aço e o vão foi preenchido por cômodas plásticas com prateleiras e rodinhas para necessaires, caixinhas de remédio, sapatos e coisas que tais; para fechar o vão, mandei fazer uma cortininha de pois cor-de-rosa para combinar com a parte da louça que pude conservar(pia e suportes para papel-higiênico e sabonetes), já que tive que trocar o vaso rosa por um branquinho. =(
Uma lavada nervosa no box e uma boa aplicação de ácido muriático removeram a maior parte das manchas no chão, e outras que havia no cento do banheiro foram cobertas por tapetes lindões (ó o golpe).

No mais, são os nossos objetos pessoais e fofurices que vão ocupando os espaços e puxando a atenção dos olhos, que acabam se distraindo de supostas imperfeições.
Resultado: adoro meu banheirão retrô todo no truque!

O dinheiro da reforma acabou e não sobrou nada para o banheiro social, construído no final da década de 40, com louça, revestimento e aradelas originais.
Bom, a primeira coisa que eu fiz foi aceitar meu banheiro retrô de azulejinho azul. Mas não bastava apenas aceitar, havia problemas para solucionar: o vaso cor-de-rosa infelizmente estava rachado, o piso do box estava todo manchado, o armário de madeira que foi colocado sob a bancada da pia estava literalmente bichado, e o pior: a tubulação era de cobre. =O
Raspei o tacho, catei as nicas, assaltei o cofrinho de Bento e troquei a tubulação, que era o mais importante. Me joguei para o Museu do Azulejo para repor as pedras quebradas para a troca, e tive sorte de encontrar um pedreiro-encanador caprichoso, que acertou a pequena diferença dos azulejos encontrados, ligeiramente maiores do que os originais, e substituiu as pedras, fechando os buracos lindamente.
O armário bichado foi removido, a bancada escorada com enormes cantoneiras de aço e o vão foi preenchido por cômodas plásticas com prateleiras e rodinhas para necessaires, caixinhas de remédio, sapatos e coisas que tais; para fechar o vão, mandei fazer uma cortininha de pois cor-de-rosa para combinar com a parte da louça que pude conservar(pia e suportes para papel-higiênico e sabonetes), já que tive que trocar o vaso rosa por um branquinho. =(
Uma lavada nervosa no box e uma boa aplicação de ácido muriático removeram a maior parte das manchas no chão, e outras que havia no cento do banheiro foram cobertas por tapetes lindões (ó o golpe).

No mais, são os nossos objetos pessoais e fofurices que vão ocupando os espaços e puxando a atenção dos olhos, que acabam se distraindo de supostas imperfeições.
Resultado: adoro meu banheirão retrô todo no truque!
Seção: Lar Doce Lar
Postado por: Katita
Peixoto

Bento é um sedutor e grande estrategista. Fomos visitar nossa vizinha fofa de andar (é, também tenho vizinhas fofas), a Candida, violoncelista da OSBA, e ele ficou absolutamente en-can-ta-do com os aquários enormes que ela tem. Enquanto eu fui dar um beijo em Dona Miriam, lá no quarto, percebi que ele confabulava alguma coisa com a Cândida.
Dois dias depois, a Cândida bate na porta e me diz: Katia, eu preciso te dizer uma coisa... na verdade te mostrar uma coisa... é que... eu fiz um acordo com Bento, sabe? mas... eu preciso de sua aprovação... e eu já em pânico, né? Imagiando um aquário de tubarão martelo! Daí quando entro na sua sala, eis um pequeno aquário com um lindo betta vermelho, e mais um kit alimentação e cloro. Era um peixinho, o mote da confabulação. O que eu podia dizer? Não? E derreter o sonho do meu filho de ter um peixe? E traumatizar a criança, fã do Peixonauta? Abri um enorme sorriso de gratidão pelo carinho da vizinha fofa e combinamos que ela traria o peixe no dia seguinte, quando Bento voltaria da casa da avó, assim ela já dava as informações básicas.
Mas Bento ligou e eu falei que havia uma surpresa para ele na chegada. E ele:
- Já sei! Meu peixe!
- Que peixe? O que você combinou com a Cândida sem me dizer palavra?
- Ah, mãe...
- É o seu peixe, sim. Precisamos encontrar um nome para ele, você já pensou?
- Peixoto, né mãe? Claro!
- KAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKA! Sim, claaaaaaaaaro!
De modos que agora somos em 4 animais domésticos.

Bento é um sedutor e grande estrategista. Fomos visitar nossa vizinha fofa de andar (é, também tenho vizinhas fofas), a Candida, violoncelista da OSBA, e ele ficou absolutamente en-can-ta-do com os aquários enormes que ela tem. Enquanto eu fui dar um beijo em Dona Miriam, lá no quarto, percebi que ele confabulava alguma coisa com a Cândida.
Dois dias depois, a Cândida bate na porta e me diz: Katia, eu preciso te dizer uma coisa... na verdade te mostrar uma coisa... é que... eu fiz um acordo com Bento, sabe? mas... eu preciso de sua aprovação... e eu já em pânico, né? Imagiando um aquário de tubarão martelo! Daí quando entro na sua sala, eis um pequeno aquário com um lindo betta vermelho, e mais um kit alimentação e cloro. Era um peixinho, o mote da confabulação. O que eu podia dizer? Não? E derreter o sonho do meu filho de ter um peixe? E traumatizar a criança, fã do Peixonauta? Abri um enorme sorriso de gratidão pelo carinho da vizinha fofa e combinamos que ela traria o peixe no dia seguinte, quando Bento voltaria da casa da avó, assim ela já dava as informações básicas.
Mas Bento ligou e eu falei que havia uma surpresa para ele na chegada. E ele:
- Já sei! Meu peixe!
- Que peixe? O que você combinou com a Cândida sem me dizer palavra?
- Ah, mãe...
- É o seu peixe, sim. Precisamos encontrar um nome para ele, você já pensou?
- Peixoto, né mãe? Claro!
- KAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKAKA! Sim, claaaaaaaaaro!
De modos que agora somos em 4 animais domésticos.
Seção: Lar Doce Lar
Postado por: Katita
A casa de Gal

Foi caminhando com o seu querido sogro, na praia de Barra do Pote, na Ilha de Itaparica, ao ouvi-lo suspirar e dizer "Já posso morrer, conheci o paraíso", que a minha querida amiga Gal resolveu comprar um terreno e construir ali a sua amorosa casinha de praia. O terreno escolhido foi aquele que tinha a maior árvore, cuja sombra hoje abraça quase todo o quintal verdinho, verdinho e fresquinho, fresquinho. Contratou um amigo arquiteto, com quem pensou em todos os detalhes, junto com o seu companheiro-parceiro-marido-fiel-escudeiro-tudo-na-vida, Edu. A casa deveria ser simples, funcional, fresca e o mais natural possível, coerente com a sua proposta e localização, com tijolos aparentes, cimento queimado, madeira, telhas de cerâmica. E lá se foram 3 anos de processo de construção, e hoje, 9 anos depois, dá para sentir o amor com a qual foi construída saltando de cada tijolo, de cada detalhe.

(lateral direita, janela para o quintal, lateral esquerda rosa, escada sala-mezzanino de dormir com mosquiteiro, mesa de comer, estar)
Quando perguntei para Gal o que aquela casa significa para ela, que mora em Salvador, e vai para a Ilha muito menos do que gostaria, ela disse: "quando estou aqui, sinto que a vida é boa".

(detalhes: fragmento de gradil sobre porta do banheiro e chapéu de praia da mãe, que já se foi; candeeiro; máquina de costura antiga; mosaico no piso de cimento queimado; gradis e vitrais coloridos compõem painel na fachada - a modelo é a linda neta Clarinha; quadro chileno presente da amiga (e nossa leitora) Rachèl; até o suporte de prateleiras é um encanto; azulejos do banheiro com motivo de golfinho (que traz uma história na casa) feito pelo sobrinho Fábio, filho de Rachèl; mandalas da ceramista Silvia Lopes)
Gal recebe hóspedes sob recomendação (houve um canadense que gravou o canto dos pássaros e levou para a sua terra), mas gosta mesmo é de dividir a sua casinha encantada com os amigos (oba!). Basta seguir as orientações de preservação e manutenção presas na geladeira, e a casa é sua! (digo, nossa, sorry).

(detalhes da cozinha de Gal)
Ai, ai, ai, eu adoro casas de verdade e gente que faz casas de verdade!
Galzinha tem 59 anos (com corpinho de miss), é artesã e acaba de formar-se instrutora de ioga. De sua praia quase particular, esquema piscinão graças ao quebra-mar (paraíso das crianças), vemos lá do outro lado, a linda cidade de São Salvador, e nossas vidas sem nós.

Galzinha, você é um luxo, amiga. Deixa os nossos copinhos de espumante aí, que logo eu tô voltando. =)

Foi caminhando com o seu querido sogro, na praia de Barra do Pote, na Ilha de Itaparica, ao ouvi-lo suspirar e dizer "Já posso morrer, conheci o paraíso", que a minha querida amiga Gal resolveu comprar um terreno e construir ali a sua amorosa casinha de praia. O terreno escolhido foi aquele que tinha a maior árvore, cuja sombra hoje abraça quase todo o quintal verdinho, verdinho e fresquinho, fresquinho. Contratou um amigo arquiteto, com quem pensou em todos os detalhes, junto com o seu companheiro-parceiro-marido-fiel-escudeiro-tudo-na-vida, Edu. A casa deveria ser simples, funcional, fresca e o mais natural possível, coerente com a sua proposta e localização, com tijolos aparentes, cimento queimado, madeira, telhas de cerâmica. E lá se foram 3 anos de processo de construção, e hoje, 9 anos depois, dá para sentir o amor com a qual foi construída saltando de cada tijolo, de cada detalhe.

(lateral direita, janela para o quintal, lateral esquerda rosa, escada sala-mezzanino de dormir com mosquiteiro, mesa de comer, estar)
Quando perguntei para Gal o que aquela casa significa para ela, que mora em Salvador, e vai para a Ilha muito menos do que gostaria, ela disse: "quando estou aqui, sinto que a vida é boa".

(detalhes: fragmento de gradil sobre porta do banheiro e chapéu de praia da mãe, que já se foi; candeeiro; máquina de costura antiga; mosaico no piso de cimento queimado; gradis e vitrais coloridos compõem painel na fachada - a modelo é a linda neta Clarinha; quadro chileno presente da amiga (e nossa leitora) Rachèl; até o suporte de prateleiras é um encanto; azulejos do banheiro com motivo de golfinho (que traz uma história na casa) feito pelo sobrinho Fábio, filho de Rachèl; mandalas da ceramista Silvia Lopes)
Gal recebe hóspedes sob recomendação (houve um canadense que gravou o canto dos pássaros e levou para a sua terra), mas gosta mesmo é de dividir a sua casinha encantada com os amigos (oba!). Basta seguir as orientações de preservação e manutenção presas na geladeira, e a casa é sua! (digo, nossa, sorry).

(detalhes da cozinha de Gal)
Ai, ai, ai, eu adoro casas de verdade e gente que faz casas de verdade!
Galzinha tem 59 anos (com corpinho de miss), é artesã e acaba de formar-se instrutora de ioga. De sua praia quase particular, esquema piscinão graças ao quebra-mar (paraíso das crianças), vemos lá do outro lado, a linda cidade de São Salvador, e nossas vidas sem nós.

Galzinha, você é um luxo, amiga. Deixa os nossos copinhos de espumante aí, que logo eu tô voltando. =)
Seção: Lar Doce Lar
Postado por: Katita
Decora Brasil

(Veja este vídeo e muitos outros legais aqui no site do GNT)
Eu ADORO a Cristina Brasil e a proposta do seu programa, o Decora Brasil, no GNT. Porque eu acredito que a função da Decoração é melhorar a qualidade de vida das pessoas, independente da classe social, através das cores, do conforto ambiental, da praticidade, da beleza dos objetos (que pode ser comprada em lojas de 1,99) e da disposição das lembranças, e que isto não precisa ser dispendioso, ostensivo, impossível. O Decora Brasil é prova disso, e eu deliro a cada salinha ou quartinho paupérrimo de 12m² que ganha vida e se torna o mais agradável dos ambientes com o mínimo de recurso. Porque com muito dinheiro é muito mais fácil, vai por mim.
Nada contra quem poooooooode contratar os Rosenbaum´s, Bergamim´s e Bastos's, e aqui vai o meu respeito e admiração por todos estes grandes profissionais, mas eu voto na democratização da Decoração.
Salve Cristina Brasil!
Ah! A Cristina não tem formação superior completa. E daí?

(Veja este vídeo e muitos outros legais aqui no site do GNT)
Eu ADORO a Cristina Brasil e a proposta do seu programa, o Decora Brasil, no GNT. Porque eu acredito que a função da Decoração é melhorar a qualidade de vida das pessoas, independente da classe social, através das cores, do conforto ambiental, da praticidade, da beleza dos objetos (que pode ser comprada em lojas de 1,99) e da disposição das lembranças, e que isto não precisa ser dispendioso, ostensivo, impossível. O Decora Brasil é prova disso, e eu deliro a cada salinha ou quartinho paupérrimo de 12m² que ganha vida e se torna o mais agradável dos ambientes com o mínimo de recurso. Porque com muito dinheiro é muito mais fácil, vai por mim.
Nada contra quem poooooooode contratar os Rosenbaum´s, Bergamim´s e Bastos's, e aqui vai o meu respeito e admiração por todos estes grandes profissionais, mas eu voto na democratização da Decoração.
Salve Cristina Brasil!
Ah! A Cristina não tem formação superior completa. E daí?



