03/09/10 - 13:42 | Hamburguer caseiro com cheddar, cebola assada e molho honey mustard
Seção: Cardápio de Rainha
Postado por: Faby

Ontem alguém tuitou alguma coisa sobre hamburguer e cerveja e as bichas que moram na minha barriga logo se assanharam. Sabe né, bichas solitárias e tuiteiras são impossíveis... Hohoho =)
Daí que eu precisava de todo jeito comer hamburguer e tomar cerveja, mas a vontade de sair de casa era zero. De modos que tive que providenciar um menu de lanchonete totalmente caseiro, porque eu não sou obrigada a dormir com as bichas enlouquecidas, néam? Ataquei de hamburguer com cheddar, cebola assada e molhinho honey mustard e, para acompanhar, batatas assadas com alecrim e flor de sal.
O hamburguer é aquele esquemão de sempre, que eu inclusive já postei aqui - quanto menos emperequetado* ele for, mais gostoso fica, acredite. Tudo que fiz de diferente foi levá-los ao forno ao invés da grelha, só para aproveitar o calor que já estava lá por causa das batatas.
O molhinho eu também já postei aqui. Dessa vez, resolvi usar alguns tipos de mostarda que tinha em casa - dijon, amarela e escura e fiz uma mistura muito da doida que, milagrosamente, acabou dando certo - sabe aquela coisa que parece que vai ser O erro, mas acaba ficando deliciosa? Então :)
Dai, como eu já estava no inferno mesmo, nada melhor do que abraçar logo o capeta, certo? Cortei as batatas em fatias bem grossas, coloquei numa assadeira anti-aderente, temperei com alecrim fresco, flor de sal e pimenta, reguei com um pouquinho de azeite e levei para o forno, a princípio coberta com papel alumínio e depois sem, para dar aquela dourada bacana.
Ah sim! As cebolas eu assei junto com o hamburguer, num cantinho da assadeira - rodelas grossas de cebola e uma colherzinha de chá de açucar mascavo por cima, só para caramelar, sabe?
Abri a cervejuca que eu tanto necessitava - fui de Dos Equis XX, mexicana e fraquinha de tudo, boa para essas escapulidas durante a semana - e fiz da minha quinta-feira um dia, ou melhor, uma noite muito feliz.
Ai ai, enfiar o pé na jaca também é bom =))))))
(*) adoro falar emperequetado :)
01/09/10 - 20:40 | Charlotte de morango
Seção: Cardápio de Rainha
Postado por: Faby

Essa é uma receita da Palmirinha, que eu fiz há séculos para levar de sobremesa na raclete da casa da Clau. Só que eu já tinha subido a foto (que até chegou a aparecer aqui) mas... quem disse que eu achava a diaba da receita? No meio de uma faxina que fiz na minha pequena biblioteca gastronômica, organizei as muitas revistas e desde então estava tentando arranjar um tempinho para ir lá procurar a da Palmirinha, de onde saiu essa receita.
Ufa! Enfim, aqui está ela... Delícia de sobremesa, do jeitinho que eu gosto - não muito doce, fresquinha, leve e, "embalada" assim, fica perfeita para fazer bonito na hora de aparecer com um doce na casa da amiga ou no almoço de família.

Em um recipiente coloque 300g de ricota fresca, 1 lata de leite condensado, 1 lata de creme de leite sem soro, 1 colher (chá) de raspas de limão e 1 colher (sopa) de suco de limão e misture bem (usei o mixer pra facilitar). Junte 1 xícara (chá) de morangos picados e 1 envelope de gelatina sem sabor hidratada conforme a embalagem. Distribua os biscoitos champagne cortados ao meio em uma fôrma redonda de fundo removível. Coloque o creme que você fez e leve para gelar por 3 horas.
Depois, é só desenformar e decorar com geleia (usei a de Cabernet Sauvignon da Casa de Madeira) e morangos.
A Palmirinha, viva que só, ainda dá a dica de substituir os morangos (quando não estiverem na safra por exemplo) por pêssegos ou abacaxi, que também deve ficar escândalo :)
Pronto! Mais uma receita que saiu do limbo =))))
30/08/10 - 16:42 | Geléia de Maracujá da Uilma
Seção: Cardápio de Rainha
Postado por: Katita
Geléia de Maracujá da Uilma

Não fui eu quem fez, só tive a sorte de chegar lá na casa de Gal no dia em que Uilma preparou esta geléia, cuja fama já corria solta. Daí, mais uma vez eu peguei aquela agenda velha que virou caderno de rascunho, que fica em cima da tevê, sentei na mesa da cozinha, e fui tomando nota do passo-a-passo da colega.
Não recomendo fazer quantidade muito grande, a menos que você pretenda sair por aí distribuindo, pois, na condição de artesanal e sem conservantes, Uilma só garante 1 semana na geladeira.
Para fazer dois potes destes de geléia que a gente esteriliza e guarda, você vai precisar de 4 maracujás, mas tem que ser daqueles bem grandes de casca lisinha porque você vai descascá-los, meu bem. Pois é, descascar maracujá também foi novidade para mim.
O segundo passo é retirar a polpa (depois de descascados, senão vai ser mais difícil depois de cortados ao meio, concorda?), que você vai dar uma pulsada cuidadosa no liquidificador - para não destruir muito as sementes - e reservar. Daí sobrou o que chamaremos de massa, aquela parte branca; retire aqueles fiapos brancos e leve a cozinhar numa panela com água que a cubra, até ficar macia (mas sem chegar a espatifar). Agora bata esta massa no liquidificador até obter uma pasta na qual você vai acrescentando a polpa aos poucos, sempre pulsando o liquidificador.
Agora você vai levar esta mistura ao fogo com o açúcar para obter a geléia. Como a quantidade de açúcar deve ser igual a de maracujá, transfira a massa do liquidificador para a panela com a ajuda de uma xícara, assim, no meio do caminho, você já mede quanto tem de massa. Se você tiver 2 xícaras de maracujá, junte o mesmo de açúcar (eu usaria um pouquinho menos, mas Uilma disse que não pode senão não chega no ponto) e leve ao fogo baixo para cozinhar até formar bolhas e começar a soltar do fundo da panela.

Para ter certeza se a geléia está no ponto certo, Uilma dá uma dica infalível: solte um pouquinho da geléia num copo com água; se ela não se desintegrar, está no ponto!
Eu sou uma pessoa louca por geléias e não me lembro de ter comido uma tão boa quanto esta.
Uilma, querida, grata pela partilha! Da receita e da geléia! =)

Não fui eu quem fez, só tive a sorte de chegar lá na casa de Gal no dia em que Uilma preparou esta geléia, cuja fama já corria solta. Daí, mais uma vez eu peguei aquela agenda velha que virou caderno de rascunho, que fica em cima da tevê, sentei na mesa da cozinha, e fui tomando nota do passo-a-passo da colega.
Não recomendo fazer quantidade muito grande, a menos que você pretenda sair por aí distribuindo, pois, na condição de artesanal e sem conservantes, Uilma só garante 1 semana na geladeira.
Para fazer dois potes destes de geléia que a gente esteriliza e guarda, você vai precisar de 4 maracujás, mas tem que ser daqueles bem grandes de casca lisinha porque você vai descascá-los, meu bem. Pois é, descascar maracujá também foi novidade para mim.
O segundo passo é retirar a polpa (depois de descascados, senão vai ser mais difícil depois de cortados ao meio, concorda?), que você vai dar uma pulsada cuidadosa no liquidificador - para não destruir muito as sementes - e reservar. Daí sobrou o que chamaremos de massa, aquela parte branca; retire aqueles fiapos brancos e leve a cozinhar numa panela com água que a cubra, até ficar macia (mas sem chegar a espatifar). Agora bata esta massa no liquidificador até obter uma pasta na qual você vai acrescentando a polpa aos poucos, sempre pulsando o liquidificador.
Agora você vai levar esta mistura ao fogo com o açúcar para obter a geléia. Como a quantidade de açúcar deve ser igual a de maracujá, transfira a massa do liquidificador para a panela com a ajuda de uma xícara, assim, no meio do caminho, você já mede quanto tem de massa. Se você tiver 2 xícaras de maracujá, junte o mesmo de açúcar (eu usaria um pouquinho menos, mas Uilma disse que não pode senão não chega no ponto) e leve ao fogo baixo para cozinhar até formar bolhas e começar a soltar do fundo da panela.

Para ter certeza se a geléia está no ponto certo, Uilma dá uma dica infalível: solte um pouquinho da geléia num copo com água; se ela não se desintegrar, está no ponto!
Eu sou uma pessoa louca por geléias e não me lembro de ter comido uma tão boa quanto esta.
Uilma, querida, grata pela partilha! Da receita e da geléia! =)
Seção: Cardápio de Rainha
Postado por: Katita
Risoto de camarão com creme de abóbora e brie

Eu costumo fazer polpas de frutas e legumes, especialmente quando eles estão nas últimas, para evitar que se percam. Desta forma, eles vão para o congelador e eu uso quando bem entender. Para receber as minhas amigas no sábado a idéia era mesmo um rango rápido pois a proposta não era passar o dia na cozinha. E nestas horas geralmente apelo para uma massa ou um risoto. Abri o congelador e lembrei da polpa de abóbora que eu tinha feito há uns dias (é só descascar, cozinhar, amassar e congelar num saco com o mínimo de ar possível); e este foi o pontapé inicial para o prato escolhido. Fui no 2 de Julho na véspera, comprei 800g de camarão fresco e na volta passei na Perini e comprei um pedaço de brie. Com o sangue quente ainda, tratei logo o camarão (já falei que eu ODEIO tratar camarão, né?) senão perderia muito tempo do sábado. Aproveitei as cabeças e cascas e fiz um belo caldo usando também a ponta de um alho poró, meia cebola, 3 cravinhos e 1 dente de alho. Pronto! Com o camarão tratado, o caldo pronto e a polpa de abóbora já descongelando na geladeira, o risoto seria um tapa no dia seguinte!
Na hora que a ema gemeu, coloquei o caldo de camarão para ferver; refoguei cebola branca picadinha em azeite de oliva, somei 1 xícara de arroz carnaroli, refoguei mais um pouquinho, somei pouco mais de 1/2 xícara de vinho branco; deixei evaporar o alcool, e comecei o processo de cozimento do grão com o caldo de camarão, concha a concha em fogo médio, mexendo sempre. Quando o grão estava quase ao dente, juntei o camarão limpo e quando ele ficou rosado somei a polpa de abóbora (tipo uma xícara), mexi com muito cuidado, e por fim, um daqueles triangulozinhos de brie Polengui em pedaços grandes. Finalizei ainda com um belo fio de creme de leite, com o perdão dos puristas. E cheguei exatamente onde queria.
Já no prato, manjericão fresco, pimenta do reino moída na hora e parmesão do bom ralado na hora.

Eu costumo fazer polpas de frutas e legumes, especialmente quando eles estão nas últimas, para evitar que se percam. Desta forma, eles vão para o congelador e eu uso quando bem entender. Para receber as minhas amigas no sábado a idéia era mesmo um rango rápido pois a proposta não era passar o dia na cozinha. E nestas horas geralmente apelo para uma massa ou um risoto. Abri o congelador e lembrei da polpa de abóbora que eu tinha feito há uns dias (é só descascar, cozinhar, amassar e congelar num saco com o mínimo de ar possível); e este foi o pontapé inicial para o prato escolhido. Fui no 2 de Julho na véspera, comprei 800g de camarão fresco e na volta passei na Perini e comprei um pedaço de brie. Com o sangue quente ainda, tratei logo o camarão (já falei que eu ODEIO tratar camarão, né?) senão perderia muito tempo do sábado. Aproveitei as cabeças e cascas e fiz um belo caldo usando também a ponta de um alho poró, meia cebola, 3 cravinhos e 1 dente de alho. Pronto! Com o camarão tratado, o caldo pronto e a polpa de abóbora já descongelando na geladeira, o risoto seria um tapa no dia seguinte!
Na hora que a ema gemeu, coloquei o caldo de camarão para ferver; refoguei cebola branca picadinha em azeite de oliva, somei 1 xícara de arroz carnaroli, refoguei mais um pouquinho, somei pouco mais de 1/2 xícara de vinho branco; deixei evaporar o alcool, e comecei o processo de cozimento do grão com o caldo de camarão, concha a concha em fogo médio, mexendo sempre. Quando o grão estava quase ao dente, juntei o camarão limpo e quando ele ficou rosado somei a polpa de abóbora (tipo uma xícara), mexi com muito cuidado, e por fim, um daqueles triangulozinhos de brie Polengui em pedaços grandes. Finalizei ainda com um belo fio de creme de leite, com o perdão dos puristas. E cheguei exatamente onde queria.
Já no prato, manjericão fresco, pimenta do reino moída na hora e parmesão do bom ralado na hora.
Seção: Cardápio de Rainha
Postado por: Katita
Cheesecake de goiaba quase do Claude

O grande, enorme lance deste cheesecake é a massa de farinha láctea! Como é que eu não tinha pensado nisso antes?, me pergunto desde então.
Bom, eu não segui totalmente à risca a receita do Claude (que na verdade é de um dos restaurantes novaiorquinos mais famosos dos 80, conta em seu Receitas preferidas do chef Claude Troisgros ) no que tange a quantidades, mas saquei de cara que teria que seguir à risca os procedimentos.
Comece pelo creme, pois ele precisa de 2 horas na geladeira antes de ir ao forno. Basta misturar 160g de cream cheese (eu usei um potinho de 140g + 1 colher de sobremesa rasa) com 1 colher de sobremesa rasa de açúcar; depois junte 1 ovo, 150ml de creme de leite (usei uma caixinha, sorry, quase toda) e algumas gotas de limão. Misturou bem, deixa descansar aquelas duas horas na geladeira para chegar NA textura ideal. Depois é só colocar sobre a massa, que você faz assim:
Usei um pacote de 230g de farinha láctea, uma colher de sopa mega cheia de manteiga da bôua em temperatura ambiente, 1 colher de sopa rasa de farinha de trigo e uma pitada de sal. Misture tudo com as mãos e vai ter uma areia deliciosa que você vai prensar no fundo de uma forma pequena de fundo removível. Daí você dá uma pré-aquecida no forno médio e pré-assa a massa por 10 minutos.

Agora é montar o cheesecake, cobrindo a massa pré-assada com o creme descansado na geladeira e levar ao forno baixo baixíssimo tão baixo que no meu fogão nem tem os 90° que o Claude sugere por 1h20. Daí que eu fui de 180° em coisa de 50 min e por um triz não passa da hora!
Deixe esfriar e leve à geladeira por, pelo menos, 4 horas. Na hora de servir cubra com geléia de goiaba, que eu fiz derretendo uns 150g de goiabada cascão num pouco d'água em fogo baixo.
No mesmo dia é delicioso, mas no dia seguinte é o céu!

O grande, enorme lance deste cheesecake é a massa de farinha láctea! Como é que eu não tinha pensado nisso antes?, me pergunto desde então.
Bom, eu não segui totalmente à risca a receita do Claude (que na verdade é de um dos restaurantes novaiorquinos mais famosos dos 80, conta em seu Receitas preferidas do chef Claude Troisgros ) no que tange a quantidades, mas saquei de cara que teria que seguir à risca os procedimentos.
Comece pelo creme, pois ele precisa de 2 horas na geladeira antes de ir ao forno. Basta misturar 160g de cream cheese (eu usei um potinho de 140g + 1 colher de sobremesa rasa) com 1 colher de sobremesa rasa de açúcar; depois junte 1 ovo, 150ml de creme de leite (usei uma caixinha, sorry, quase toda) e algumas gotas de limão. Misturou bem, deixa descansar aquelas duas horas na geladeira para chegar NA textura ideal. Depois é só colocar sobre a massa, que você faz assim:
Usei um pacote de 230g de farinha láctea, uma colher de sopa mega cheia de manteiga da bôua em temperatura ambiente, 1 colher de sopa rasa de farinha de trigo e uma pitada de sal. Misture tudo com as mãos e vai ter uma areia deliciosa que você vai prensar no fundo de uma forma pequena de fundo removível. Daí você dá uma pré-aquecida no forno médio e pré-assa a massa por 10 minutos.

Agora é montar o cheesecake, cobrindo a massa pré-assada com o creme descansado na geladeira e levar ao forno baixo baixíssimo tão baixo que no meu fogão nem tem os 90° que o Claude sugere por 1h20. Daí que eu fui de 180° em coisa de 50 min e por um triz não passa da hora!
Deixe esfriar e leve à geladeira por, pelo menos, 4 horas. Na hora de servir cubra com geléia de goiaba, que eu fiz derretendo uns 150g de goiabada cascão num pouco d'água em fogo baixo.
No mesmo dia é delicioso, mas no dia seguinte é o céu!
Seção: Cardápio de Rainha
Postado por: Faby
Penne mediterrâneo à minha moda

Desde o ano passado eu estava devendo a receita do penne que preparei quando da visita da Márcia à minha casa mas, desde então, apesar de já ter feito a receita várias vezes, eu sempre me passei e esqueci de fotografar - mea culpa.
Pra começar, é bom deixar claro que o nome da receita é uma invenção da minha cachola e, por isso, não precisa fazer muito sentido não, ok? Em segundo lugar é bom também frisar que não existe uma receita definitiva para esse prato - cada vez que o faço, invento um jeito novo.
Basicamente trata-se de uma massa (uso sempre o penne mas fique à vontade) sem molho, feita com tomates marinados, pimentão, azeitonas pretas, manjericão e mussarela de búfala... mas, entre isso e o que realmente aparece na minha panela, tem muuuuuito chão. Hohoho. Ontem por exemplo eu preparei a massa para um final de noite aqui em casa com alguns amigos, mas desta vez acrescentei tomate seco, bacon, uvas passas e ervilhas (porque havia um restinho de uma lata delas e eu tinha que dar um fim naquilo). E o resultado foi espetacular - uma massa que agrada em cheio e é garantia de sucesso em qualquer ocasião.
Em uma panela, dourei os cubinhos de bacon e acrescentei duas cebolas picadas e uns 4 dentes de alho também picados. Esperei dourar tudo, juntei tomate seco (já hidratado e temperado) picadinho e metade de um pimentão vermelho picados e deixei que eles amaciassem um pouco na panela. Depois disso, acrescentei dois pacotinhos de tomate sweet orgânico cortados ao meio e imediatamente desliguei o fogo - a partir disso o restante é todo sem fogo, pois a intenção é que os tomates marinem mas não que cozinhem e sumam completamente.
Bom, depois dos tomatinhos, juntei as passas, as azeitonas pretas picadas, um bom punhado de manjericão fresco rasgado, pimenta biquinho picada, a ervilha, acertei o sal e a pimenta e juntei bastante azeite extra virgem. Essa marinada foi preparada a tarde e ficou lá descansando até a hora de finalizar a massa.
A finalização é aquele esquemão ninja - cozinha a massa de grano duro, separa 1/2 xícara da água do cozimento. Junta massa com a marinada preparada com antecedência, mais a água do cozimento, mistura tudo muito bem, finaliza com as mussarelinhas de búfala picadas, manjericão fresco muito e mais azeite extra virgem, se for necessário.
Para dar um clima bem informal, nada de pratos para servir - bowls, ramequins, panelinhas e tigelinhas para saladas são ideais para essa massinha "descontraente" (rá!).

Desde o ano passado eu estava devendo a receita do penne que preparei quando da visita da Márcia à minha casa mas, desde então, apesar de já ter feito a receita várias vezes, eu sempre me passei e esqueci de fotografar - mea culpa.
Pra começar, é bom deixar claro que o nome da receita é uma invenção da minha cachola e, por isso, não precisa fazer muito sentido não, ok? Em segundo lugar é bom também frisar que não existe uma receita definitiva para esse prato - cada vez que o faço, invento um jeito novo.
Basicamente trata-se de uma massa (uso sempre o penne mas fique à vontade) sem molho, feita com tomates marinados, pimentão, azeitonas pretas, manjericão e mussarela de búfala... mas, entre isso e o que realmente aparece na minha panela, tem muuuuuito chão. Hohoho. Ontem por exemplo eu preparei a massa para um final de noite aqui em casa com alguns amigos, mas desta vez acrescentei tomate seco, bacon, uvas passas e ervilhas (porque havia um restinho de uma lata delas e eu tinha que dar um fim naquilo). E o resultado foi espetacular - uma massa que agrada em cheio e é garantia de sucesso em qualquer ocasião.
Em uma panela, dourei os cubinhos de bacon e acrescentei duas cebolas picadas e uns 4 dentes de alho também picados. Esperei dourar tudo, juntei tomate seco (já hidratado e temperado) picadinho e metade de um pimentão vermelho picados e deixei que eles amaciassem um pouco na panela. Depois disso, acrescentei dois pacotinhos de tomate sweet orgânico cortados ao meio e imediatamente desliguei o fogo - a partir disso o restante é todo sem fogo, pois a intenção é que os tomates marinem mas não que cozinhem e sumam completamente.
Bom, depois dos tomatinhos, juntei as passas, as azeitonas pretas picadas, um bom punhado de manjericão fresco rasgado, pimenta biquinho picada, a ervilha, acertei o sal e a pimenta e juntei bastante azeite extra virgem. Essa marinada foi preparada a tarde e ficou lá descansando até a hora de finalizar a massa.
A finalização é aquele esquemão ninja - cozinha a massa de grano duro, separa 1/2 xícara da água do cozimento. Junta massa com a marinada preparada com antecedência, mais a água do cozimento, mistura tudo muito bem, finaliza com as mussarelinhas de búfala picadas, manjericão fresco muito e mais azeite extra virgem, se for necessário.
Para dar um clima bem informal, nada de pratos para servir - bowls, ramequins, panelinhas e tigelinhas para saladas são ideais para essa massinha "descontraente" (rá!).
20/08/10 - 17:27 | Iscas de mignon com abobrinha e gergelim ou Igual sim, mas diferente
Seção: Cardápio de Rainha
Postado por: Faby
Iscas de mignon com abobrinha e gergelim ou Igual sim, mas diferente

Eu poderia ter feito só o filé mignon na chapa e refogado a abobrinha e já estaria lindo, eu sei. Mas né, eu também podia juntar os dois em um prato só, porque não? E podia cortar o filé em iscas fininhas e fritá-lo com um oleozinho de gergelim pra dar um tchans. Também podia juntar um pouquinho de sake para levantar o astral e dar aquele up. Daí era só juntar a abobrinha picada, juntar um tantinho de nada de shoyu... E no final acrescentar um gergelim torrado pra finalizar e umas ervinhas frescas.
E eu poderia ter servido com um arroz branco fresquinho, poderia... mas aí, como as panelas já tinham me levado por outros caminhos, diferentes do que eu havia imaginado quando entrei na cozinha, então... fui de gohan e pronto! O que era pra ter sido arroz, bife e refogadinho, virou tudo isso mesmo - mas de outro jeito.
Não é ótimo mudar o caminho diário e descobrir outras paisagens? Então. Na cozinha é a mesma coisa :)

Eu poderia ter feito só o filé mignon na chapa e refogado a abobrinha e já estaria lindo, eu sei. Mas né, eu também podia juntar os dois em um prato só, porque não? E podia cortar o filé em iscas fininhas e fritá-lo com um oleozinho de gergelim pra dar um tchans. Também podia juntar um pouquinho de sake para levantar o astral e dar aquele up. Daí era só juntar a abobrinha picada, juntar um tantinho de nada de shoyu... E no final acrescentar um gergelim torrado pra finalizar e umas ervinhas frescas.
E eu poderia ter servido com um arroz branco fresquinho, poderia... mas aí, como as panelas já tinham me levado por outros caminhos, diferentes do que eu havia imaginado quando entrei na cozinha, então... fui de gohan e pronto! O que era pra ter sido arroz, bife e refogadinho, virou tudo isso mesmo - mas de outro jeito.
Não é ótimo mudar o caminho diário e descobrir outras paisagens? Então. Na cozinha é a mesma coisa :)
Seção: Cardápio de Rainha
Postado por: Katita
Salada de rúcula com maçã grelhada e copa

E nozes, com molhinho de balsâmico com melaço e extravirgem de novo, porque quando a TPM me faz sentir vontade de esganar pessoas é preciso comer MUITA saladinha e suco de maracujá extraforte na veia.
E eu nem precisava ter vivido os episódios que eu acabei de viver no trânsito, porque com 2 kg a mais de líquido retido, a pele uó de opaca (sem falar na espinha no queixo), e um cabelo palha O ERRO, já seria motivo mais do que suficiente para sair por aí deixando um rastro de sangue (visualizem a demônia com uma peixeira). Sim, eu estou um monstro e minha estima está no pé. Gente, eu não mereço isso.
Mas vamos lá: mente quieta, espinha ereta, coração tranquilo; mente quieta, espinha ereta, coração tranquilo; mente quieta...
A chapa tá quente, a galinha pulando, as caspas virando mandiopã. Esquema punk-rock-hardcore.
Alguém me assopra?

E nozes, com molhinho de balsâmico com melaço e extravirgem de novo, porque quando a TPM me faz sentir vontade de esganar pessoas é preciso comer MUITA saladinha e suco de maracujá extraforte na veia.
E eu nem precisava ter vivido os episódios que eu acabei de viver no trânsito, porque com 2 kg a mais de líquido retido, a pele uó de opaca (sem falar na espinha no queixo), e um cabelo palha O ERRO, já seria motivo mais do que suficiente para sair por aí deixando um rastro de sangue (visualizem a demônia com uma peixeira). Sim, eu estou um monstro e minha estima está no pé. Gente, eu não mereço isso.
Mas vamos lá: mente quieta, espinha ereta, coração tranquilo; mente quieta, espinha ereta, coração tranquilo; mente quieta...
A chapa tá quente, a galinha pulando, as caspas virando mandiopã. Esquema punk-rock-hardcore.
Alguém me assopra?
Seção: Cardápio de Rainha
Postado por: Faby
Tomate caprese ao pesto

A salada caprese todo mundo conhece, certo? Tomate, mussarella de búfala e manjericão temperados a gosto (geralmente com azeitonas pretas ou alcaparras também).
Bom, aqui eu fiz algumas ligeiras adaptações... - no formato: ao invés de fatiar completamente o tomate, preferi deixá-lo inteiro; - no ingrediente: eu não tinha mussarela de búfala então usei um queijo minas fresco; - no tempero: optei por um pesto ligeiro.
Resultado... troquei uma salada por uma entrada individual super elegante ou, como no meu caso, por um prato principal (porque o tomate era enorrrme e eu não aguentaria comer mais nada depois). Mas ó, esse tomate ficaria show acompanhando um grelhado também e, em versões menores, pode fazer bonito até naquele churrasco :)
Nem precisaria de passo-a-passo, mas né... eu ando tãããão boazinha! =))))

A salada caprese todo mundo conhece, certo? Tomate, mussarella de búfala e manjericão temperados a gosto (geralmente com azeitonas pretas ou alcaparras também).
Bom, aqui eu fiz algumas ligeiras adaptações... - no formato: ao invés de fatiar completamente o tomate, preferi deixá-lo inteiro; - no ingrediente: eu não tinha mussarela de búfala então usei um queijo minas fresco; - no tempero: optei por um pesto ligeiro.
Resultado... troquei uma salada por uma entrada individual super elegante ou, como no meu caso, por um prato principal (porque o tomate era enorrrme e eu não aguentaria comer mais nada depois). Mas ó, esse tomate ficaria show acompanhando um grelhado também e, em versões menores, pode fazer bonito até naquele churrasco :)
Nem precisaria de passo-a-passo, mas né... eu ando tãããão boazinha! =))))

Seção: Cardápio de Rainha
Postado por: Katita
Bolinho de peixe

Porque segunda é dia de reaproveitamento aqui em casa, eu coloquei numa tigela as sobras de arroz, que renderam coisa de 1 1/2 xícara, somei dois ovos inteiros, sal, pimenta, garan masala (mas você pode usar curry, cúrcuma, ou pimenta síria), 1/2 xícara de farinha de pão e a mesma medida de creme de leite, e bati com um mixer para obter uma massa homogênea. Não preciso lembrar que você tempera essa massa como bem lhe convier e com o que você tiver em casa, okay? O ponto da massa também pode precisar de mais farinha para ficar no ponto de enrolar ou mais creme de leite se ficar muito duro, ou ainda mais um ovo, se precisar de mais liga.
O peixe também foi reaproveitamento: uma posta de atum assada e dois filés grandes grelhados que estavam na geladeira, que piquei e incorporei à massa junto com um punhado generoso de salsa fresca picada, mas aí não usa mais o mixer para não pasteurizar o peixe, que precisa ficar em pedaços. Misture bem com um garfo e tome um prato com farinha de trigo para ajudar no processo de enrolar as bolinhas. Se o ponto não estiver bacana para enrolar, pode misturar um pouco de farinha de trigo até que isto seja possível. Faça as bolinhas, passe na farinha, jogue de uma mão para outra para tirar o excesso e vá arrumando noutro prato.
Você pode fritá-los ou assá-los. Hoje eu fritei em óleo virgem de canola numa panelinha pequena e funda e escorri legal no papel toalha. Fiz molhinho de balsâmico com melaço e azeite de oliva, que serviu também para a salada verde, que também tinha nacos de queijo Minas, tomate, manjericão, manga, castanha, linhaça e gersal. Pense duas vezes antes de fazer um arrozinho para acompanhar os bolinhos de arroz, afinal eles já são feitos de arroz (dã).

A receita rendeu duas porções. A outra está congelada para um outro almoço, lanche, entradinha.
Porque segunda é dia de reaproveitamento.

Porque segunda é dia de reaproveitamento aqui em casa, eu coloquei numa tigela as sobras de arroz, que renderam coisa de 1 1/2 xícara, somei dois ovos inteiros, sal, pimenta, garan masala (mas você pode usar curry, cúrcuma, ou pimenta síria), 1/2 xícara de farinha de pão e a mesma medida de creme de leite, e bati com um mixer para obter uma massa homogênea. Não preciso lembrar que você tempera essa massa como bem lhe convier e com o que você tiver em casa, okay? O ponto da massa também pode precisar de mais farinha para ficar no ponto de enrolar ou mais creme de leite se ficar muito duro, ou ainda mais um ovo, se precisar de mais liga.
O peixe também foi reaproveitamento: uma posta de atum assada e dois filés grandes grelhados que estavam na geladeira, que piquei e incorporei à massa junto com um punhado generoso de salsa fresca picada, mas aí não usa mais o mixer para não pasteurizar o peixe, que precisa ficar em pedaços. Misture bem com um garfo e tome um prato com farinha de trigo para ajudar no processo de enrolar as bolinhas. Se o ponto não estiver bacana para enrolar, pode misturar um pouco de farinha de trigo até que isto seja possível. Faça as bolinhas, passe na farinha, jogue de uma mão para outra para tirar o excesso e vá arrumando noutro prato.
Você pode fritá-los ou assá-los. Hoje eu fritei em óleo virgem de canola numa panelinha pequena e funda e escorri legal no papel toalha. Fiz molhinho de balsâmico com melaço e azeite de oliva, que serviu também para a salada verde, que também tinha nacos de queijo Minas, tomate, manjericão, manga, castanha, linhaça e gersal. Pense duas vezes antes de fazer um arrozinho para acompanhar os bolinhos de arroz, afinal eles já são feitos de arroz (dã).

A receita rendeu duas porções. A outra está congelada para um outro almoço, lanche, entradinha.
Porque segunda é dia de reaproveitamento.
Seção: Cardápio de Rainha
Postado por: Faby
Couve de bruxelas ao molho de queijo

Para dar uma cara diferente para aquele manjado refogadinho de legumes, que tal incrementá-lo com um molho de queijo?
Foi o que eu fiz com essa couve de bruxelas, que eu tinha comprado porque estava com preço bom no hortifruti, mas que eu não estava afins de comer na versão salada e nem tampouco só refogadinha. Ataquei de molho de queijo e ó... ficou delícia.
Primeiro eu cozinhei a couve no vapor, até que ficasse macia. Depois, numa panela, fiz o esqueminha básico do molho branco - manteiga, cebola ralada, um pouquinho de farinha e leite aos pouquinhos (como eu já mostrei aqui ó). Com o molho já grossinho, acrescentei uma gema de ovo, mussarela ralada e requeijão cremoso e finalizei com sal, pimenta e noz moscada ralada.
Eu pensei em gratinar, mas minha fome (aquela monstra que aparece de vez em quando na minha vida) achou que só assim já estava de bom tamanho. Você no entanto, polvilhe um pouco mais de queijo por cima da travessa e leve um bocadinho ao forno aquecido - só o tempo de dar aquela ligeira dourada.
A ideia serve para qualquer legume que esteja dando sopa na sua geladeira, e também para escapar do classicão alho e óleo, que é bom mas, vamo' combinar, cansa né? Dá pra fazer o mesmo com cenoura, abobrinha, mandioquinha, chuchu (aliás, com chuchu fica fantástico), couve flor, brócolis... ou até com todos juntos, porque não? =)

(olha a couve de bruxelas aí! foto: abecedário vegetal)

Para dar uma cara diferente para aquele manjado refogadinho de legumes, que tal incrementá-lo com um molho de queijo?
Foi o que eu fiz com essa couve de bruxelas, que eu tinha comprado porque estava com preço bom no hortifruti, mas que eu não estava afins de comer na versão salada e nem tampouco só refogadinha. Ataquei de molho de queijo e ó... ficou delícia.
Primeiro eu cozinhei a couve no vapor, até que ficasse macia. Depois, numa panela, fiz o esqueminha básico do molho branco - manteiga, cebola ralada, um pouquinho de farinha e leite aos pouquinhos (como eu já mostrei aqui ó). Com o molho já grossinho, acrescentei uma gema de ovo, mussarela ralada e requeijão cremoso e finalizei com sal, pimenta e noz moscada ralada.
Eu pensei em gratinar, mas minha fome (aquela monstra que aparece de vez em quando na minha vida) achou que só assim já estava de bom tamanho. Você no entanto, polvilhe um pouco mais de queijo por cima da travessa e leve um bocadinho ao forno aquecido - só o tempo de dar aquela ligeira dourada.
A ideia serve para qualquer legume que esteja dando sopa na sua geladeira, e também para escapar do classicão alho e óleo, que é bom mas, vamo' combinar, cansa né? Dá pra fazer o mesmo com cenoura, abobrinha, mandioquinha, chuchu (aliás, com chuchu fica fantástico), couve flor, brócolis... ou até com todos juntos, porque não? =)

(olha a couve de bruxelas aí! foto: abecedário vegetal)
Seção: Cardápio de Rainha
Postado por: Faby
Pasta alla Norma

Lembra que eu contei que o marido tinha ido para a cozinha né? Olha aqui o resultado - umas das massas mais gostosas do últimos tempos! :)
A receita vem na íntegra do livro A Itália de Jamie.
Ingredientes
2 berinjelas grandes e firmes
óleo de oliva extravirgem
1 colher (sopa) de orégano seco
opcional: 1 pimenta vermelha (chilli) seca esmigalhada (ele usou uma dedo-de-moça INTEIRA, com semente e tudo - pq, bem... meu marido é no fear, sabe? hohoho)
4 dentes de alho descascados e fatiados finamente
1 punhado grande de manjericão fresco, talos picados finamente e folhas reservadas (eu nunca tinha usado o talo do manjericão inteiro!)
1 colher (chá) de um bom vinagre de ervas ou de vinho branco
2 latas (400g) de tomates vermelhos de boa qualidade (picados) ou 550ml de purê de tomate (polpa).
sal marinho e pimenta do reino moída na hora
450g de espaguete seco
150g de ricota salgada, parmesão ou pecorino ralado (fomos de parmesão).
Antes de mais nada, pegue as berinjelas e corte-as em quatro pedaços ao comprido. Se elas tiverem um centro mole e cheio de sementes, remova-o o jogue fora. Então corte pedaços das berinjelas, no sentido do comprimento, em fatias do tamanho de um dedo. Pegue uma panela grande antiaderente quente e adicione um pouco de óleo. Frite os pedaços de berinjela m duas porções, acrescentando um pouco de óleo extra se precisar (mas deixe-os bem oleosos). Mexa-os de modo a cobrir com óleo cada pedacinho. A seguir, polvilhe com o roégano seco - isso fará com que fiquem com um sabor fantástico. Com um par de pinças, vire os pedaços até que fiquem dourados por inteiro. Então, prepare a primeira, coloque-a em um prato e faça o mesmo com a segunda.
Quando as berinjelas estiverem totalmente fritas, leve a primeira porção de volta à panela - nessa etapa às vezes adiciono uma chilli vermelha seca, mas como eu sou viciado em pimenta, sinta-se à vontade para ignorar isso! Abaixe o fogo para médio e acrescente um pouco de óleo, o alho e os talos de manjericão. Misture para que tudo fique cozido uniformemente, depois coloque um gole de vingare de ervas e as latas de tomate, que você pode picar ou processar para ficarem sem pedaços grandes, Cozinhe em fogo brando por 10 a 15 minutos, então prove e ajuste o tempero com sal e pimenta do reino. Rasgue metade das folhas de manjericão, adicione ao molho e misture.
Coloque o espaguete em uma panela de água fervente salgada e cozinhe de acordo com as instruções do pacote. Quando a massa estiver al dente, passe-a por um escorredor, reservando um pouco da água do cozimento, e leve-a de volta à panela. Adicioe o molho Norma e um pouco da água do cozimento reservada e misture de novo sobre o fogo. Prove a massa e ajuste o tempero, depois divida entre os pratos, enchendo uma concha para formar cada porção. O molho que sobrar na panela pode ser derramado por cima. Polvilhe com as folhas de majericão restantes e o queijo ralado e regue com óleo de oliva.
***
E parece que meu marido tomou gosto pela cozinha, viu? Não é que ele já está separando outra receita para fazer no fim de semana? Oba! =)

Lembra que eu contei que o marido tinha ido para a cozinha né? Olha aqui o resultado - umas das massas mais gostosas do últimos tempos! :)
A receita vem na íntegra do livro A Itália de Jamie.
Ingredientes
2 berinjelas grandes e firmes
óleo de oliva extravirgem
1 colher (sopa) de orégano seco
opcional: 1 pimenta vermelha (chilli) seca esmigalhada (ele usou uma dedo-de-moça INTEIRA, com semente e tudo - pq, bem... meu marido é no fear, sabe? hohoho)
4 dentes de alho descascados e fatiados finamente
1 punhado grande de manjericão fresco, talos picados finamente e folhas reservadas (eu nunca tinha usado o talo do manjericão inteiro!)
1 colher (chá) de um bom vinagre de ervas ou de vinho branco
2 latas (400g) de tomates vermelhos de boa qualidade (picados) ou 550ml de purê de tomate (polpa).
sal marinho e pimenta do reino moída na hora
450g de espaguete seco
150g de ricota salgada, parmesão ou pecorino ralado (fomos de parmesão).
Antes de mais nada, pegue as berinjelas e corte-as em quatro pedaços ao comprido. Se elas tiverem um centro mole e cheio de sementes, remova-o o jogue fora. Então corte pedaços das berinjelas, no sentido do comprimento, em fatias do tamanho de um dedo. Pegue uma panela grande antiaderente quente e adicione um pouco de óleo. Frite os pedaços de berinjela m duas porções, acrescentando um pouco de óleo extra se precisar (mas deixe-os bem oleosos). Mexa-os de modo a cobrir com óleo cada pedacinho. A seguir, polvilhe com o roégano seco - isso fará com que fiquem com um sabor fantástico. Com um par de pinças, vire os pedaços até que fiquem dourados por inteiro. Então, prepare a primeira, coloque-a em um prato e faça o mesmo com a segunda.
Quando as berinjelas estiverem totalmente fritas, leve a primeira porção de volta à panela - nessa etapa às vezes adiciono uma chilli vermelha seca, mas como eu sou viciado em pimenta, sinta-se à vontade para ignorar isso! Abaixe o fogo para médio e acrescente um pouco de óleo, o alho e os talos de manjericão. Misture para que tudo fique cozido uniformemente, depois coloque um gole de vingare de ervas e as latas de tomate, que você pode picar ou processar para ficarem sem pedaços grandes, Cozinhe em fogo brando por 10 a 15 minutos, então prove e ajuste o tempero com sal e pimenta do reino. Rasgue metade das folhas de manjericão, adicione ao molho e misture.
Coloque o espaguete em uma panela de água fervente salgada e cozinhe de acordo com as instruções do pacote. Quando a massa estiver al dente, passe-a por um escorredor, reservando um pouco da água do cozimento, e leve-a de volta à panela. Adicioe o molho Norma e um pouco da água do cozimento reservada e misture de novo sobre o fogo. Prove a massa e ajuste o tempero, depois divida entre os pratos, enchendo uma concha para formar cada porção. O molho que sobrar na panela pode ser derramado por cima. Polvilhe com as folhas de majericão restantes e o queijo ralado e regue com óleo de oliva.
***
E parece que meu marido tomou gosto pela cozinha, viu? Não é que ele já está separando outra receita para fazer no fim de semana? Oba! =)
Seção: Cardápio de Rainha
Postado por: Katita
Pecadinho de uvas ao chocolate

Duas barras de chocolate meio amargo derretidas em fogo baixo com 200ml de creme de leite fresco fazem a ganache que vai para o fundo da taça. Por cima, deliciosas uvas verdes sem caroço. Da simplicidade, o céu!
Sirva gelado, mas não muito.
Para alguém que quando chegar já terá almoçado, mas certamente não terá comido a sobremesa.

Duas barras de chocolate meio amargo derretidas em fogo baixo com 200ml de creme de leite fresco fazem a ganache que vai para o fundo da taça. Por cima, deliciosas uvas verdes sem caroço. Da simplicidade, o céu!
Sirva gelado, mas não muito.
Para alguém que quando chegar já terá almoçado, mas certamente não terá comido a sobremesa.
Seção: Cardápio de Rainha
Postado por: Faby
Costelinhas douradas com mel e gengibre

As costelinhas ficaram marinando por uma horinha em alho amassado, molho inglês, alecrim fresco, sal e pimenta calabresa. Depois disso, foram para a panela e ganharam ainda uma cebola inteira cortada em 4 partes, mel e um naco de gengibre ralado.
O resto foi apenas paciência - primeiro pra fritar muuuuito bem a carne, que é para dar esse dourado lindo, e depois para deixar que ela cozinhe em fogo baixo, pingando um pouquinho de água quente na panela cada vez que for necessário, até que ela fique bem cozida, a ponto de quase sair do osso.
O resultado é esse aí - costelinhas macias, douradas e ligeiramente agridoces. Ah! E o molhinho que se forma na panela é coisa de comer de joelhos, de preferência por cima do arroz branco fresquinho.
Porque tem dias que a gente precisa atolar o pé na jaca, na lama ou em coisa que o valha, não tem? =)

(aqui a costelinha, ainda branquela, no início do cozimento - fogo baixo e paciência garantem um final lindo e bronzeado)

As costelinhas ficaram marinando por uma horinha em alho amassado, molho inglês, alecrim fresco, sal e pimenta calabresa. Depois disso, foram para a panela e ganharam ainda uma cebola inteira cortada em 4 partes, mel e um naco de gengibre ralado.
O resto foi apenas paciência - primeiro pra fritar muuuuito bem a carne, que é para dar esse dourado lindo, e depois para deixar que ela cozinhe em fogo baixo, pingando um pouquinho de água quente na panela cada vez que for necessário, até que ela fique bem cozida, a ponto de quase sair do osso.
O resultado é esse aí - costelinhas macias, douradas e ligeiramente agridoces. Ah! E o molhinho que se forma na panela é coisa de comer de joelhos, de preferência por cima do arroz branco fresquinho.
Porque tem dias que a gente precisa atolar o pé na jaca, na lama ou em coisa que o valha, não tem? =)

(aqui a costelinha, ainda branquela, no início do cozimento - fogo baixo e paciência garantem um final lindo e bronzeado)
Seção: Cardápio de Rainha
Postado por: Katita
Bolo de ameixa
(o meu é integral, mas fica a vontade)

Esta receita merecia um passo-a-passo, mas Bento me infernizou para fazer um bolo quando a noite já caía, e se tem uma coisa que eu gosto tanto quanto limpar camarão é fotografar à noite, de modos que só rolou uma fotinha geralzona mesmo hoje no café da manhã. Mas eu vou explicar bem direitinho.
Primeira coisa: untar e enfarinhar uma forma pequena de bolo inglês ou daquelas de buraco no meio, e pré-aquecer o forno em temperatura média (lê-se 180°).
Para fazer um delicioso bolo de ameixa (eu acho ameixa um tombo!) você primeiro precisa fazer um doce de ameixa. Tome uma xícara bem cheia de deliciosas, suculentas, macias e graúdas ameixas secas sem caroço (eu compro a granel no CEASA ou na Perini), coloque numa panela, cubra com água passando uns dois dedos, some 2 colheres rasas de açúcar e leve a cozinhar em fogo baixo. Isso deve virar mais do que uma compota, mas uma pasta com um ou outro pedaço de ameixa maior. Para que isso aconteça, vá colocando mais água à medida que seque até que a fruta esteja desmanchada. Fez-se o doce? Então reserve.
Na batedeira, aquela receitinha básica: 2 colheres de sopa de manteiga, 2 xícaras mal cheias de açúcar (eu fui de demerara, até para ficar mais negão, o bolo) e 3 gemas peneiradas (para afastar qualquer possibilidade do famigerado cheiro de ovo!). Fez creminho liso, lindo e homogêno, junte 2 xícaras de farinha de trigo (eu uso integral, mas fica a vontade) e bate mais um bocado. Agora junte o doce, as 3 claras em neve (tu não jogou as claras fora, né colega?) e 1 colher de sopa de fermento em pó, agora no muque, nada de batedeira, porque senão não adiantou ter batido as claras em neve, aqueles pedaços chiques de ameixa dançam e ainda tem aquele povo que jura de pé junto que fermento não pode bater. Mistura bem com uma colher de pau, deita na forma untada, e foi, gata! Coisa de 30 minutinhos, mas "varêa", a depender da tua máquina. O melhor sinal quem dá é o cheiro, se liga.
Esse bolinho é TUDO de bom, vai por mim.
Aí vocês perguntam sobre a minha apatia gastronômica e eu digo: Ela continua, mas a fila anda e eu preciso dar de comer a quem tem fome aqui em casa, concordam? E outra:minha apatia é de comer, não é de cozinhar, como os queridos podem ver. =)
(o meu é integral, mas fica a vontade)

Esta receita merecia um passo-a-passo, mas Bento me infernizou para fazer um bolo quando a noite já caía, e se tem uma coisa que eu gosto tanto quanto limpar camarão é fotografar à noite, de modos que só rolou uma fotinha geralzona mesmo hoje no café da manhã. Mas eu vou explicar bem direitinho.
Primeira coisa: untar e enfarinhar uma forma pequena de bolo inglês ou daquelas de buraco no meio, e pré-aquecer o forno em temperatura média (lê-se 180°).
Para fazer um delicioso bolo de ameixa (eu acho ameixa um tombo!) você primeiro precisa fazer um doce de ameixa. Tome uma xícara bem cheia de deliciosas, suculentas, macias e graúdas ameixas secas sem caroço (eu compro a granel no CEASA ou na Perini), coloque numa panela, cubra com água passando uns dois dedos, some 2 colheres rasas de açúcar e leve a cozinhar em fogo baixo. Isso deve virar mais do que uma compota, mas uma pasta com um ou outro pedaço de ameixa maior. Para que isso aconteça, vá colocando mais água à medida que seque até que a fruta esteja desmanchada. Fez-se o doce? Então reserve.
Na batedeira, aquela receitinha básica: 2 colheres de sopa de manteiga, 2 xícaras mal cheias de açúcar (eu fui de demerara, até para ficar mais negão, o bolo) e 3 gemas peneiradas (para afastar qualquer possibilidade do famigerado cheiro de ovo!). Fez creminho liso, lindo e homogêno, junte 2 xícaras de farinha de trigo (eu uso integral, mas fica a vontade) e bate mais um bocado. Agora junte o doce, as 3 claras em neve (tu não jogou as claras fora, né colega?) e 1 colher de sopa de fermento em pó, agora no muque, nada de batedeira, porque senão não adiantou ter batido as claras em neve, aqueles pedaços chiques de ameixa dançam e ainda tem aquele povo que jura de pé junto que fermento não pode bater. Mistura bem com uma colher de pau, deita na forma untada, e foi, gata! Coisa de 30 minutinhos, mas "varêa", a depender da tua máquina. O melhor sinal quem dá é o cheiro, se liga.
Esse bolinho é TUDO de bom, vai por mim.
Aí vocês perguntam sobre a minha apatia gastronômica e eu digo: Ela continua, mas a fila anda e eu preciso dar de comer a quem tem fome aqui em casa, concordam? E outra:minha apatia é de comer, não é de cozinhar, como os queridos podem ver. =)
Seção: Cardápio de Rainha
Postado por: Katita
Omelete grã-fina

Grã-fina, pois de camarão. N'é qualquer sardinha não, falei?
Então... bata numa tigelinha (se não for vermelha de bolinhas brancas a receita não vai dar certo, vou logo avisando) com a ajuda de um garfo, 4 ovos vermelhos, com sal, pimenta do reino moída na hora e uma chuvinha de farinha de pão.
Ah! Antes disso deite um fio de azeite numa pequena frigideira, coloque um punhado de camarões, que você acabou de temperar com sal e pimenta do reino moída na hora e uma gotinhas de limão, e leve ao lume baixo para soltar a água e rosar. Escorra a água se ainda houver e reserve.
Numa frigideira (as de teflon são a glória nessa hora), deite óleo de sua preferência (canola é tudo na minha vida), não muito (mais do que apenas untada menos do que um dedo, mas a panela tem que estar toda untada por dentro para não grudar!), e leve ao fogo médio. Quando o óleo estiver quente, despeje os ovos batidos e depois distribua os camarões por cima. Bom, essa é uma omelete aberta, que precisa ser virada para ficar igualmente dourada dos dois lados; quem tem omeleteira, massa, mas quem não tem caça com prato mesmo. Sabe onde é que esse princípio costuma dar pau? Na hora de virar quando a massa que fica por cima ainda não encorpou e está líquida. Daí a comadre vai cair na besteira de cobrir a panela com o prato e virar. Vai dar merda, a calda vai escorrer, vai ser um inferno, vai por mim. Sabe qual é o trucão para evitar que isso aconteça? Ir mexendo a panela de maneira que a massa escorra para as bordas da mesma, e se isso não for suficiente, vá fazendo cortes e abrindo fendas na parte de baixo, já firme, para a massa líquida de cima ir escorrendo e se firmando também. Só quando a massa estiver toda firme será seguro virar a omelete com a ajuda de um prato, pegou? Desta forma, vai dar tudo certo, na santa paz, confia!
Bom... virou, é esperar dar uma douradinha no outro lado (faça isso sacudindo a omelete pelo cabo da panela, que por já estar bem quente, vai ser jogo rápido).
Depois é escorregar a omelete para o prato, salpicar ervas frescas (ou não), fazer um deseinho esquema gourmet (a bicha é grã-fina, não esquece) com um melaço, um teriyaki, uma mostarda, uma coisa, e comer linda, loira e japonesa com uma saladinha ou uma cenourinha refogada, como a que Vânia fez aqui, bunda com bunda comigo no fogão, e que tava uma coisa!
Acaba de rolar um drible na minha apatia gastronômica.

Grã-fina, pois de camarão. N'é qualquer sardinha não, falei?
Então... bata numa tigelinha (se não for vermelha de bolinhas brancas a receita não vai dar certo, vou logo avisando) com a ajuda de um garfo, 4 ovos vermelhos, com sal, pimenta do reino moída na hora e uma chuvinha de farinha de pão.
Ah! Antes disso deite um fio de azeite numa pequena frigideira, coloque um punhado de camarões, que você acabou de temperar com sal e pimenta do reino moída na hora e uma gotinhas de limão, e leve ao lume baixo para soltar a água e rosar. Escorra a água se ainda houver e reserve.
Numa frigideira (as de teflon são a glória nessa hora), deite óleo de sua preferência (canola é tudo na minha vida), não muito (mais do que apenas untada menos do que um dedo, mas a panela tem que estar toda untada por dentro para não grudar!), e leve ao fogo médio. Quando o óleo estiver quente, despeje os ovos batidos e depois distribua os camarões por cima. Bom, essa é uma omelete aberta, que precisa ser virada para ficar igualmente dourada dos dois lados; quem tem omeleteira, massa, mas quem não tem caça com prato mesmo. Sabe onde é que esse princípio costuma dar pau? Na hora de virar quando a massa que fica por cima ainda não encorpou e está líquida. Daí a comadre vai cair na besteira de cobrir a panela com o prato e virar. Vai dar merda, a calda vai escorrer, vai ser um inferno, vai por mim. Sabe qual é o trucão para evitar que isso aconteça? Ir mexendo a panela de maneira que a massa escorra para as bordas da mesma, e se isso não for suficiente, vá fazendo cortes e abrindo fendas na parte de baixo, já firme, para a massa líquida de cima ir escorrendo e se firmando também. Só quando a massa estiver toda firme será seguro virar a omelete com a ajuda de um prato, pegou? Desta forma, vai dar tudo certo, na santa paz, confia!
Bom... virou, é esperar dar uma douradinha no outro lado (faça isso sacudindo a omelete pelo cabo da panela, que por já estar bem quente, vai ser jogo rápido).
Depois é escorregar a omelete para o prato, salpicar ervas frescas (ou não), fazer um deseinho esquema gourmet (a bicha é grã-fina, não esquece) com um melaço, um teriyaki, uma mostarda, uma coisa, e comer linda, loira e japonesa com uma saladinha ou uma cenourinha refogada, como a que Vânia fez aqui, bunda com bunda comigo no fogão, e que tava uma coisa!
Acaba de rolar um drible na minha apatia gastronômica.
Seção: Cardápio de Rainha
Postado por: Katita
Capellini Família Feliz

Não tem regra na cozinha do reaproveitamento. Ô, se a idéia é utilizar sobras e transformá-las em novos pratos (sem perder a ternura jamais, que fique claro) é muito natural que nesse contexto a cozinheira prepare uma massa italiana com sobra de cozinha oriental, e tá tudo certo, qual o problema? Aqui a comida se prostitui um bocadinho, sem culpa, e para o bem.
Aqui em casa eu tenho o hábito de variar o cardápio semanal e não utilizar sobras já no dia seguinte, e mesmo racionalizando a quantidade de comida, sempre rola uma sobrinha. Segunda-feira é um dia perfeito para um cardápio de reaproveitamento das sobrinhas da semana passada. Na geladeira tinha sobra de frango assado, indiano, camarão e isca de mignon e eu me lembrei de cara daquele prato chinês chamado família feliz, que mistura todo tipo de carne. Decidi que era por aí. Em princípio, pensei em juntar alguns legumes e fazer um arrozinho basmati, mas quando me lembrei do temperinho que a comadre Zenaide mandou da Índia, o noodle masala, mudei de idéia e parti para a massa mais fininha que eu tinha em casa, que era um capellini 11 da Divella.

Com as carnes, fiz um refogadinho com cebola, molho de tomate (sobra também) e salsa fresca. Numa panela derreti manteiga dissolvi o noodle masala e envolvi ali o capelini cozido al dente (cara, como é bom esse temperinho, viu?). Pronto, fiz um ninho de massa, coloquei a família feliz no meio, e foi lindo!
Pronto, agora eu posso tirar rango novo do congelador.

Não tem regra na cozinha do reaproveitamento. Ô, se a idéia é utilizar sobras e transformá-las em novos pratos (sem perder a ternura jamais, que fique claro) é muito natural que nesse contexto a cozinheira prepare uma massa italiana com sobra de cozinha oriental, e tá tudo certo, qual o problema? Aqui a comida se prostitui um bocadinho, sem culpa, e para o bem.
Aqui em casa eu tenho o hábito de variar o cardápio semanal e não utilizar sobras já no dia seguinte, e mesmo racionalizando a quantidade de comida, sempre rola uma sobrinha. Segunda-feira é um dia perfeito para um cardápio de reaproveitamento das sobrinhas da semana passada. Na geladeira tinha sobra de frango assado, indiano, camarão e isca de mignon e eu me lembrei de cara daquele prato chinês chamado família feliz, que mistura todo tipo de carne. Decidi que era por aí. Em princípio, pensei em juntar alguns legumes e fazer um arrozinho basmati, mas quando me lembrei do temperinho que a comadre Zenaide mandou da Índia, o noodle masala, mudei de idéia e parti para a massa mais fininha que eu tinha em casa, que era um capellini 11 da Divella.

Com as carnes, fiz um refogadinho com cebola, molho de tomate (sobra também) e salsa fresca. Numa panela derreti manteiga dissolvi o noodle masala e envolvi ali o capelini cozido al dente (cara, como é bom esse temperinho, viu?). Pronto, fiz um ninho de massa, coloquei a família feliz no meio, e foi lindo!
Pronto, agora eu posso tirar rango novo do congelador.
Seção: Cardápio de Rainha
Postado por: Faby
Kibe assado com trigo integral

Em casa nós adoramos kibe - cru ou assado (frito não rola), é sempre um prato que faço muito. Eu acho super prático, ainda mais por ser prato único e não ter nada complexo na sua execução. Além disso, a verdade é que tenho me jogado com muita força em pratos assados - meu forno anda trabalhando mais do que nunca!
Aqui a única diferença para o kibe assado normal é que ao invés de usar trigo para kibe, usei o trigo integral (Mãe Terra), que eu adoro também em saladinhas. O trigo integral, ao contrário daquele para kibe, vem inteirinho e é bem mais firme. Eu gosto de cozinhá-lo antes de usar na receita - deixo um pouco de molho, cozinho até ele ficar macio e depois uso-o como o trigo comum. Como ele também é maior, uso uma quantidade um pouco menor do que usaria do trigo para kibe.
A receita completinha eu já dei aqui, láááá no comecinho do blog. Dessa vez, foi a minha mãe que o temperou e nem usou creme de cebola, mas caprichou nos demais temperos e usou um pouquinho de tahine.
Para acompanhar, fui de saladinha de mini-rúcula (agora é junto né?) com lascas de gengibre e balsâmico.
Se você também é chegada num kibe (ó a maledicência, hein? rs), aqui em nosso arquivo já tem várias receitas...
Kibe Assado Recheado
Kibe assado com recheio light
Kibe Cru
Kibe de soja

(olha o trigo integral aí)

Em casa nós adoramos kibe - cru ou assado (frito não rola), é sempre um prato que faço muito. Eu acho super prático, ainda mais por ser prato único e não ter nada complexo na sua execução. Além disso, a verdade é que tenho me jogado com muita força em pratos assados - meu forno anda trabalhando mais do que nunca!
Aqui a única diferença para o kibe assado normal é que ao invés de usar trigo para kibe, usei o trigo integral (Mãe Terra), que eu adoro também em saladinhas. O trigo integral, ao contrário daquele para kibe, vem inteirinho e é bem mais firme. Eu gosto de cozinhá-lo antes de usar na receita - deixo um pouco de molho, cozinho até ele ficar macio e depois uso-o como o trigo comum. Como ele também é maior, uso uma quantidade um pouco menor do que usaria do trigo para kibe.
A receita completinha eu já dei aqui, láááá no comecinho do blog. Dessa vez, foi a minha mãe que o temperou e nem usou creme de cebola, mas caprichou nos demais temperos e usou um pouquinho de tahine.
Para acompanhar, fui de saladinha de mini-rúcula (agora é junto né?) com lascas de gengibre e balsâmico.
Se você também é chegada num kibe (ó a maledicência, hein? rs), aqui em nosso arquivo já tem várias receitas...
Kibe Assado Recheado
Kibe assado com recheio light
Kibe Cru
Kibe de soja

(olha o trigo integral aí)
Seção: Cardápio de Rainha
Postado por: Katita
Rosado à Belle Meunière

Mais um clássico escândalo da culinária francesa, daqueles que não tem erro, e o que é melhor: muito fácil de preparar. Eu amo peixe e como de todo jeito, mas tô pra ver uma receitinha mais deliciosa do que essa para filés, viu?
Eu fiz com rosado porque era o que tava mais lindo ( e alto) hoje, mas você pode fazer com qualquer filé, sendo o linguado o mais utilizado.

Tempere 4 filés de peixe com sal, pimenta e gotas de limão e reserve por 30 minutos. Leve uma colher de sopa cheia de manteiga ao fogo para derreter, clarifique (recolha a espuma que se faz), e frite os filés depois de passá-los pela farinha de trigo. À medida que forem ficando prontos, recolha-os e mantenha-os no forno. Numa outra panela, derreta mais uma colher de sopa bem cheia de manteiga, junte pétalas de meia cebola branca, 100g de cogumelos Paris e deixe refogar um pouco; agora some 200g de camarão fresco limpo que você acabou de temperar com sal e pimenta, e deixe refogar mais um pouco até que os camarões fiquem rosados. Some agora 2 colheres de sopa de alcaparras, o sumo de um limão e um belo punhado de salsinha fresca.

Cubra os filés com este molho e seja feliz. Ah! E faça batatas cozidas para acompanhar. As minhas eu cortei em rodelas, cozinhei e depois reguei com azeite, salpiquei sal, pimenta e cobri com alho frito. E ainda fiz arroz fresco porque hoje eu tô na função de pecar.
Receita do Dona Benta quase na íntegra.

Mais um clássico escândalo da culinária francesa, daqueles que não tem erro, e o que é melhor: muito fácil de preparar. Eu amo peixe e como de todo jeito, mas tô pra ver uma receitinha mais deliciosa do que essa para filés, viu?
Eu fiz com rosado porque era o que tava mais lindo ( e alto) hoje, mas você pode fazer com qualquer filé, sendo o linguado o mais utilizado.

Tempere 4 filés de peixe com sal, pimenta e gotas de limão e reserve por 30 minutos. Leve uma colher de sopa cheia de manteiga ao fogo para derreter, clarifique (recolha a espuma que se faz), e frite os filés depois de passá-los pela farinha de trigo. À medida que forem ficando prontos, recolha-os e mantenha-os no forno. Numa outra panela, derreta mais uma colher de sopa bem cheia de manteiga, junte pétalas de meia cebola branca, 100g de cogumelos Paris e deixe refogar um pouco; agora some 200g de camarão fresco limpo que você acabou de temperar com sal e pimenta, e deixe refogar mais um pouco até que os camarões fiquem rosados. Some agora 2 colheres de sopa de alcaparras, o sumo de um limão e um belo punhado de salsinha fresca.

Cubra os filés com este molho e seja feliz. Ah! E faça batatas cozidas para acompanhar. As minhas eu cortei em rodelas, cozinhei e depois reguei com azeite, salpiquei sal, pimenta e cobri com alho frito. E ainda fiz arroz fresco porque hoje eu tô na função de pecar.
Receita do Dona Benta quase na íntegra.
Seção: Cardápio de Rainha
Postado por: Faby
Penne integral com legumes assados

Mais uma receitinha vegetariana que dá super certo na minha cozinha e é super fácil, naquele esquemão pá-pum, manja? E ainda dá pra fazer com qualquer legume que esteja dando banda na geladeira.
Aqui eu usei cenoura em tiras (corto com o descascador de batatas lâminas beeeem fininhas), pimentão verde sem pele, abobrinha e cebola. Depois dos legumes já assados, ainda levei para a panela e acrescentei um tomate sem pele e sem semente que eu já tinha pronto na geladeira, mas se você quiser, pode incluir o tomate lá no alumínio também, ok? Só que, nesse caso, deixe-o em pedaços grandes - os meus estavam em cubinhos pequenos e se os levasse ao forno eles desmanchariam completamente, e a ideia não é uma massa com molho.
O segredo é regar com bastante balsâmico e deixar os legumes al dente, que é pra fazer um certo croc-croc quando você morder. Eu usei herbes de provence porque eu tinha em casa, mas funciona super bem com bastante orégano e algum cheirinho verde também, ou alecrim quem sabe.
O restante foi cozinhar um penne integral, juntar os legumes com 1/2 xícara da água do cozimento da massa, misturar tudo e servir.
Ah! Eu finalizei com raspinhas de limão siciliano e pimenta do reino moída na hora, mas fique à vontade para acrescentar um queijo ralado, um fiozinho de azeite... de qualquer forma vai ficar delícia, garanto.
E se tiver um vinho honesto para acompanhar, vai ser bacana também :)


Mais uma receitinha vegetariana que dá super certo na minha cozinha e é super fácil, naquele esquemão pá-pum, manja? E ainda dá pra fazer com qualquer legume que esteja dando banda na geladeira.
Aqui eu usei cenoura em tiras (corto com o descascador de batatas lâminas beeeem fininhas), pimentão verde sem pele, abobrinha e cebola. Depois dos legumes já assados, ainda levei para a panela e acrescentei um tomate sem pele e sem semente que eu já tinha pronto na geladeira, mas se você quiser, pode incluir o tomate lá no alumínio também, ok? Só que, nesse caso, deixe-o em pedaços grandes - os meus estavam em cubinhos pequenos e se os levasse ao forno eles desmanchariam completamente, e a ideia não é uma massa com molho.
O segredo é regar com bastante balsâmico e deixar os legumes al dente, que é pra fazer um certo croc-croc quando você morder. Eu usei herbes de provence porque eu tinha em casa, mas funciona super bem com bastante orégano e algum cheirinho verde também, ou alecrim quem sabe.
O restante foi cozinhar um penne integral, juntar os legumes com 1/2 xícara da água do cozimento da massa, misturar tudo e servir.
Ah! Eu finalizei com raspinhas de limão siciliano e pimenta do reino moída na hora, mas fique à vontade para acrescentar um queijo ralado, um fiozinho de azeite... de qualquer forma vai ficar delícia, garanto.
E se tiver um vinho honesto para acompanhar, vai ser bacana também :)

Seção: Cardápio de Rainha
Postado por: Katita
Bufê de guri
Duas receitinhas que bombaram no bufê infantil do aniversário de Bento foram:
Palitinhos de queijo prato com cerejas ao maraschino (de xarope, tá?)

Nem precisa explicar, né? =)
Brigadeiro de Ovomaltine

Para cada lata de leite condensado, de 4 a 5 colheres de sopa de Ovomaltine. Eu fiz com o de chocolate porque não encontrei o tradicional, que eu prefiro.
Eles pi-ra-ram!
Duas receitinhas que bombaram no bufê infantil do aniversário de Bento foram:
Palitinhos de queijo prato com cerejas ao maraschino (de xarope, tá?)

Nem precisa explicar, né? =)
Brigadeiro de Ovomaltine

Para cada lata de leite condensado, de 4 a 5 colheres de sopa de Ovomaltine. Eu fiz com o de chocolate porque não encontrei o tradicional, que eu prefiro.
Eles pi-ra-ram!
Seção: Cardápio de Rainha
Postado por: Faby
Papilote de atum ao estilo thai

Tem dias que pedem uma comidinha mais bacana, mas isso não quer dizer que tem que ser um prato complicado, pelo contrário. Um bom exemplo disso é esse papilote que eu fiz em um dia que precisava fazer um agrado pra mim mesma, sabe como é? Só que eu também ando brigando com o tempo e por isso não tive dúvidas e me joguei no papilote, que é bacanérrimo quando você quer um prato assim mais glam mas também não pode ficar lá, colada no fogão.
O esquema papilote é super simples - tudo no alumínio (ou papel manteiga), fecha, bota no forno e em pouco tempo você tem um prato cool, saboroso e que não sujou sequer uma panela. É ou não é lindo?
Para fazer meu papilote usei uma posta de atum e dei a ele uma carinha thai juntando: 2 rodelas de limão, 1 colher de sopa bem cheia de gengibre ralado, 1 colher sopa de curry, sal e pimenta moídos na hora, um fiozinho de azeite e um pouco de leite de côco. Como eu ainda tinha um alho poró entrando no sacrifício na geladeira, o fatiei em rodelas e juntei por cima do peixe. Fechei o alumínio como um pacotinho (importante fechar bem as pontas para não perder o caldinho que se forma dentro dele) e levei ao forno médio pré-aquecido por uns 20 minutos. Abri o alumínio e deixei mais uns 10 minutos, que foi o tempo de preparar um arroz branco fresquinho e sentir o perfume do peixe invadindo a cozinha.
O resultado foi um peixe super leve e aromático, perfeito para me fazer o agradinho que eu precisava naquele momento, mas que também faria muito bonito em um almoço ou jantar para a família ou amigos. O contraste do azedinho do limão, o docinho de leite de côco e o toque de gengibre e curry me fizeram muuuito feliz, e meu único arrependimento (se é que ele existe) foi não ter feito um arroz de jasmim ao invés do comum. Bem, mas aí também já ia ser o loosho dos looshos, néam? ;)
E ah! Não seja boba e não desperdice o caldinho d.e.l.i.c.i.o.s.o que se forma no papilote, viu? No final de tudo, ele por cima do arroz quentinho... ah, coisa de louco comadre, de louco.

Tem dias que pedem uma comidinha mais bacana, mas isso não quer dizer que tem que ser um prato complicado, pelo contrário. Um bom exemplo disso é esse papilote que eu fiz em um dia que precisava fazer um agrado pra mim mesma, sabe como é? Só que eu também ando brigando com o tempo e por isso não tive dúvidas e me joguei no papilote, que é bacanérrimo quando você quer um prato assim mais glam mas também não pode ficar lá, colada no fogão.
O esquema papilote é super simples - tudo no alumínio (ou papel manteiga), fecha, bota no forno e em pouco tempo você tem um prato cool, saboroso e que não sujou sequer uma panela. É ou não é lindo?
Para fazer meu papilote usei uma posta de atum e dei a ele uma carinha thai juntando: 2 rodelas de limão, 1 colher de sopa bem cheia de gengibre ralado, 1 colher sopa de curry, sal e pimenta moídos na hora, um fiozinho de azeite e um pouco de leite de côco. Como eu ainda tinha um alho poró entrando no sacrifício na geladeira, o fatiei em rodelas e juntei por cima do peixe. Fechei o alumínio como um pacotinho (importante fechar bem as pontas para não perder o caldinho que se forma dentro dele) e levei ao forno médio pré-aquecido por uns 20 minutos. Abri o alumínio e deixei mais uns 10 minutos, que foi o tempo de preparar um arroz branco fresquinho e sentir o perfume do peixe invadindo a cozinha.
O resultado foi um peixe super leve e aromático, perfeito para me fazer o agradinho que eu precisava naquele momento, mas que também faria muito bonito em um almoço ou jantar para a família ou amigos. O contraste do azedinho do limão, o docinho de leite de côco e o toque de gengibre e curry me fizeram muuuito feliz, e meu único arrependimento (se é que ele existe) foi não ter feito um arroz de jasmim ao invés do comum. Bem, mas aí também já ia ser o loosho dos looshos, néam? ;)
E ah! Não seja boba e não desperdice o caldinho d.e.l.i.c.i.o.s.o que se forma no papilote, viu? No final de tudo, ele por cima do arroz quentinho... ah, coisa de louco comadre, de louco.
Seção: Cardápio de Rainha
Postado por: Faby
Almôndega de beringela e gergelim

(foto: Gabi Butcher para Rangocamp)
Eu queria levar uma receita vegetariana para o Rangocamp pois achei importante incluir um prato sem carne e sem proteína de soja, justamente para mostrar que muitas vezes nossos pré-conceitos são bastante equivocados quando falamos nesse tipo de alimentação. Por exemplo, pratos que comumente são preparados à base de carne, nem sempre precisam ser feitos com proteína de soja (que ainda encontra certa resistência em muitas pessoas), como é o caso dessa almôndega, feita só com o legume. Além do mais, eu precisava de uma receita que refletisse o meu momento atual, e eu tenho me esforçado bastante para diminuir o consumo de carne em casa.
A receita veio do blog Vegetariano Come o Que? (onde inclusive você pode ver o vídeo da preparação) e eu fiz pequenas alterações na receita original...
Como adoro gergelim, acrescentei à receita algumas colheres dele já torrado e moído. Isso, além de me ajudar no ponto da massa, ainda acrescentou sabor e me fez diminuir a quantidade de farinha de trigo usada.
Além das ervas (orégano, salsinha, cebolinha e manjericão) usadas para temperar, acrescentei uma colher de garam masala, uma mistura de especiarias que leva, entre outras coisas, canela, que deu um saborzinho especial e que muita gente não soube identificar o que era. Por fim, troquei o molho de pimenta por pimenta calabresa e o óleo por azeite.
Escolhi servir a almôndega em uma caminha de tomate concassé - que nada mais é do que tomate sem pele e sem sementes, cortado em cubinhos e refogado em azeite e alho - e uma folhinha de manjericão, no melhor estilo finger food, o que já torna a receita uma boa opção também de petisco vegetariano.
Só posso dizer que até pessoas que não curtem beringela, provaram a almôndega e adoraram. Ou seja, mais um pontinho aí para a beringela, faz favor =))))
***
E eu sigo bem a caminho das 100 receitas com beringela. E acho que nem falta muito, viu? :)))

(foto: Gabi Butcher para Rangocamp)
Eu queria levar uma receita vegetariana para o Rangocamp pois achei importante incluir um prato sem carne e sem proteína de soja, justamente para mostrar que muitas vezes nossos pré-conceitos são bastante equivocados quando falamos nesse tipo de alimentação. Por exemplo, pratos que comumente são preparados à base de carne, nem sempre precisam ser feitos com proteína de soja (que ainda encontra certa resistência em muitas pessoas), como é o caso dessa almôndega, feita só com o legume. Além do mais, eu precisava de uma receita que refletisse o meu momento atual, e eu tenho me esforçado bastante para diminuir o consumo de carne em casa.
A receita veio do blog Vegetariano Come o Que? (onde inclusive você pode ver o vídeo da preparação) e eu fiz pequenas alterações na receita original...
Como adoro gergelim, acrescentei à receita algumas colheres dele já torrado e moído. Isso, além de me ajudar no ponto da massa, ainda acrescentou sabor e me fez diminuir a quantidade de farinha de trigo usada.
Além das ervas (orégano, salsinha, cebolinha e manjericão) usadas para temperar, acrescentei uma colher de garam masala, uma mistura de especiarias que leva, entre outras coisas, canela, que deu um saborzinho especial e que muita gente não soube identificar o que era. Por fim, troquei o molho de pimenta por pimenta calabresa e o óleo por azeite.
Escolhi servir a almôndega em uma caminha de tomate concassé - que nada mais é do que tomate sem pele e sem sementes, cortado em cubinhos e refogado em azeite e alho - e uma folhinha de manjericão, no melhor estilo finger food, o que já torna a receita uma boa opção também de petisco vegetariano.
Só posso dizer que até pessoas que não curtem beringela, provaram a almôndega e adoraram. Ou seja, mais um pontinho aí para a beringela, faz favor =))))
***
E eu sigo bem a caminho das 100 receitas com beringela. E acho que nem falta muito, viu? :)))
Seção: Cardápio de Rainha
Postado por: Katita
Bolo de milho integral (o meu, mas fica a vontade)

O que não falta aqui é receita de bolo de milho. Tem meu bolo de fubá mimoso, o cremoso e o de milho da irmã, todos eles deliciosos, mas ainda há mais possibilidades. Este é o bolo de milho do café de Gal, macio por dentro e crocante por fora, por conta do flocão que enfarinha a forma. Há algumas semanas atrás tive a sorte de chegar lá e encontrar este pitéu fresquinho com aquele que também é o melhor café da praça. Na mesma semana voltei lá, catei uma agenda velha, uma caneta, sentei na mesa da cozinha e falei para a Uilma, rainha daquela cozinha: Cospe, gata. Cospe a receita do bolo de milho aguora!
Fui para casa salivando e fiz uma versão integral não menos saborosa.
Uma boa notícia: mais um bolo gostoso de liquidificador esquema junta tudo e bate, inclusive o fermento, que a Uilma garante que com ela não tem isso de solar ou não crescer. E não tem mesmo não, viu? O meu cresceu direitinho e eu fiz que nem ela, tudo ao mesmo tempo agora. Mas que "tudo" é esse?
No liquidificador, 2 ovos, 1 copo de leite, 1 copo de açúcar (fui de um demerara bem preto), 1 pitada de sal, 1/2 copo de óleo (usei canola), 2 colheres de sopa de parmesão ralado (ralei na hora porque tenho medo daquele sebinho de saco), 2 colheres de farinha de trigo (usei integral, mas fica a vontade), 1 copo de fubá flocão (daquele grosso), e 1 colher de sopa rasa de fermento em pó.
Bate tudo no liquidificador (acendeu o forno antes de tudo, né?) e derrama numa forma redonda com furo no meio, untada e enfarinhada com o mesmo flocão (não esquece disso, pois a casquinha crocante é a parte mais tchans desse bolo, falei?), dá umas palmadinhas no fundo da fôrma para liberar o ar e minimizar as possibilidades de solar seu rico bolinho, e assa no forno médio pré-aquecido por uns 20 minutos, mas o melhor sinal mesmo quem dá é o olfato, comadres. Pelo cheiro dá para saber até a cor que ele está.
Café preto fresquinho, promete?

O que não falta aqui é receita de bolo de milho. Tem meu bolo de fubá mimoso, o cremoso e o de milho da irmã, todos eles deliciosos, mas ainda há mais possibilidades. Este é o bolo de milho do café de Gal, macio por dentro e crocante por fora, por conta do flocão que enfarinha a forma. Há algumas semanas atrás tive a sorte de chegar lá e encontrar este pitéu fresquinho com aquele que também é o melhor café da praça. Na mesma semana voltei lá, catei uma agenda velha, uma caneta, sentei na mesa da cozinha e falei para a Uilma, rainha daquela cozinha: Cospe, gata. Cospe a receita do bolo de milho aguora!
Fui para casa salivando e fiz uma versão integral não menos saborosa.
Uma boa notícia: mais um bolo gostoso de liquidificador esquema junta tudo e bate, inclusive o fermento, que a Uilma garante que com ela não tem isso de solar ou não crescer. E não tem mesmo não, viu? O meu cresceu direitinho e eu fiz que nem ela, tudo ao mesmo tempo agora. Mas que "tudo" é esse?
No liquidificador, 2 ovos, 1 copo de leite, 1 copo de açúcar (fui de um demerara bem preto), 1 pitada de sal, 1/2 copo de óleo (usei canola), 2 colheres de sopa de parmesão ralado (ralei na hora porque tenho medo daquele sebinho de saco), 2 colheres de farinha de trigo (usei integral, mas fica a vontade), 1 copo de fubá flocão (daquele grosso), e 1 colher de sopa rasa de fermento em pó.
Bate tudo no liquidificador (acendeu o forno antes de tudo, né?) e derrama numa forma redonda com furo no meio, untada e enfarinhada com o mesmo flocão (não esquece disso, pois a casquinha crocante é a parte mais tchans desse bolo, falei?), dá umas palmadinhas no fundo da fôrma para liberar o ar e minimizar as possibilidades de solar seu rico bolinho, e assa no forno médio pré-aquecido por uns 20 minutos, mas o melhor sinal mesmo quem dá é o olfato, comadres. Pelo cheiro dá para saber até a cor que ele está.
Café preto fresquinho, promete?
Seção: Cardápio de Rainha
Postado por: Katita
Palak Panir do Ramma

O Ramma, meu restaurante natural preferido, tem oferecido cursos de culinária imperdíveis, ministrados pela Marina Neves, uma das proprietárias, que sabe tudo não só sobre culinária natural, como indiana. Dia desses passei lá para almoçar depois de uma das aulas e encontrei duas leitoras queridas que estavam fazendo o curso, a Márcia e a Ana Eliza. Sortuda que sou, fui escalada para uma degustação de Palak Panir (espinafre com panir), receita indiana que a turma tinha acabado de preparar. Fiquei bastante impressionada com a delicadeza, leveza e textura macia do prato, que combina bem com pães em geral, tomate fresco com erva e azeite de oliva e ainda na sopa de abóbora.
O panir é um queijo bem macio, de sabor adocicado, típico da culinária indiana. Pode ser usado em saladas, sanduíches e pratos feitos com vegetais assados ou cozidos.
Panir
1,5 l de leite integral gordo (nada de caixinha) e 2 colheres de sopa de suco de limão fazem aproximadamente 170g de panir.
Coloque o leite no fogo e quando começar a ferver, tire da chama, junte o suco de limão, e mexa suavemente numa única direção. Volte ao fogo mexendo até que o queijo comece a se formar (10 a 15 segundos). Retire a panela do fogo e continue mexendo suavemente. Se o queijo não se formar após 1 minuto, coloque a panela no fogo momentaneamente até que coagule. Se necessário junte um pouco mais de limão.
Quando o queijo se formar, retire a panela do fogo, cubra e deixe descansar por 10 minutos. Depois forre o fundo de uma panela com um pano de algodão bem limpo e grande o suficiente para que as pontas fiquem para fora da panela. Despeje sobre o pano o leite (reserve o soro que serve para o palak panir,sopas e molhos). Torça o pano e coloque sob água corrente por 5 a 10 segundos para retirar a acidez. Torça gentilmente para remover o excesso de soro. Use imediatamente ou guarde na geladeira em pote plástico fechado por, no máximo, 4 dias.
E agora que o nosso queijo indiano está pronto, vamos ao Palak Panir...

O Ramma, meu restaurante natural preferido, tem oferecido cursos de culinária imperdíveis, ministrados pela Marina Neves, uma das proprietárias, que sabe tudo não só sobre culinária natural, como indiana. Dia desses passei lá para almoçar depois de uma das aulas e encontrei duas leitoras queridas que estavam fazendo o curso, a Márcia e a Ana Eliza. Sortuda que sou, fui escalada para uma degustação de Palak Panir (espinafre com panir), receita indiana que a turma tinha acabado de preparar. Fiquei bastante impressionada com a delicadeza, leveza e textura macia do prato, que combina bem com pães em geral, tomate fresco com erva e azeite de oliva e ainda na sopa de abóbora.
O panir é um queijo bem macio, de sabor adocicado, típico da culinária indiana. Pode ser usado em saladas, sanduíches e pratos feitos com vegetais assados ou cozidos.
Panir
1,5 l de leite integral gordo (nada de caixinha) e 2 colheres de sopa de suco de limão fazem aproximadamente 170g de panir.
Coloque o leite no fogo e quando começar a ferver, tire da chama, junte o suco de limão, e mexa suavemente numa única direção. Volte ao fogo mexendo até que o queijo comece a se formar (10 a 15 segundos). Retire a panela do fogo e continue mexendo suavemente. Se o queijo não se formar após 1 minuto, coloque a panela no fogo momentaneamente até que coagule. Se necessário junte um pouco mais de limão.
Quando o queijo se formar, retire a panela do fogo, cubra e deixe descansar por 10 minutos. Depois forre o fundo de uma panela com um pano de algodão bem limpo e grande o suficiente para que as pontas fiquem para fora da panela. Despeje sobre o pano o leite (reserve o soro que serve para o palak panir,sopas e molhos). Torça o pano e coloque sob água corrente por 5 a 10 segundos para retirar a acidez. Torça gentilmente para remover o excesso de soro. Use imediatamente ou guarde na geladeira em pote plástico fechado por, no máximo, 4 dias.
E agora que o nosso queijo indiano está pronto, vamos ao Palak Panir...
Seção: Cardápio de Rainha
Postado por: Katita
Pavê MariBê

MariBê porque salvo a parte de corte de fruta e fogo, esse pavezinho infantil foi feito a 4 mãos por Bento e Marina, numa deliciosa experiência na minha cozinha tarde dessas. Gente, criança leva o ato de cozinhar SUPER a sério, como dá ver claramente pelas fotos. É impressionante como eles se concentram até o fim! Uma coisa linda de morrer!
Bom, os meninos forraram o fundo do refratário com biscoitos champagne e depois fomos preparar um leitinho aromatizado para cobri-los e amolecê-los. Para duas xícaras de leite, a Marina colocou duas estrelas de anis e um pingadinho de Bailey's, e eu levei ao fogo para levantar fervura (antes de alguém me acusar de embriagar crianças, quero deixar bem claro que o alcool das gotinhas de licor evapora no fogo, viu?). Depois deixei esfriar um pouquinho e cobri os biscoitos.

Para a segunda camada, bati a polpa de um coco verde com 1 1/2 xícara de leite e o suco de uma laranja. Deitei numa panela e Bentinho adoçou o creme com uma caixinha de leite condensado. Mexi no fogo até ferver e ficar grossinho, e os meninos cobriram os biscoitos com esmero.
Depois veio a parte que eles mais gostaram: espalhar cubinhos de morangos e cerejas sobre a segunda camada.
Na sequência eles quebraram um tablete de chocolate amargo numa panela, juntamos a calda das cerejas e levei ao fogo baixo para derreter com 1 caixeta de creme de leite que Bentinho despejou na panela.
Depois espalhamos o creme de chocolate sobre as frutinhas picadas e, por fim, os meninos espalharam uma boa camada de coco ralado para finalizar o doce, que foi para o congelador, de tão em cólicas que essas crianças estavam para comer.
20 minutinhos no congelador e o Pavê Maribê estava pronto para a nossa degustação. E não é que os guris arrasaram? Salvamos os quinhões de Lu, e da Rafa e do Leandro, os pais da Marina, e ficou todo mundo feliz.
Vai rolar muito movimento de criança na minha cozinha, pode ter certeza! Adorei!

MariBê porque salvo a parte de corte de fruta e fogo, esse pavezinho infantil foi feito a 4 mãos por Bento e Marina, numa deliciosa experiência na minha cozinha tarde dessas. Gente, criança leva o ato de cozinhar SUPER a sério, como dá ver claramente pelas fotos. É impressionante como eles se concentram até o fim! Uma coisa linda de morrer!
Bom, os meninos forraram o fundo do refratário com biscoitos champagne e depois fomos preparar um leitinho aromatizado para cobri-los e amolecê-los. Para duas xícaras de leite, a Marina colocou duas estrelas de anis e um pingadinho de Bailey's, e eu levei ao fogo para levantar fervura (antes de alguém me acusar de embriagar crianças, quero deixar bem claro que o alcool das gotinhas de licor evapora no fogo, viu?). Depois deixei esfriar um pouquinho e cobri os biscoitos.

Para a segunda camada, bati a polpa de um coco verde com 1 1/2 xícara de leite e o suco de uma laranja. Deitei numa panela e Bentinho adoçou o creme com uma caixinha de leite condensado. Mexi no fogo até ferver e ficar grossinho, e os meninos cobriram os biscoitos com esmero.
Depois veio a parte que eles mais gostaram: espalhar cubinhos de morangos e cerejas sobre a segunda camada.
Na sequência eles quebraram um tablete de chocolate amargo numa panela, juntamos a calda das cerejas e levei ao fogo baixo para derreter com 1 caixeta de creme de leite que Bentinho despejou na panela.
Depois espalhamos o creme de chocolate sobre as frutinhas picadas e, por fim, os meninos espalharam uma boa camada de coco ralado para finalizar o doce, que foi para o congelador, de tão em cólicas que essas crianças estavam para comer.
20 minutinhos no congelador e o Pavê Maribê estava pronto para a nossa degustação. E não é que os guris arrasaram? Salvamos os quinhões de Lu, e da Rafa e do Leandro, os pais da Marina, e ficou todo mundo feliz.
Vai rolar muito movimento de criança na minha cozinha, pode ter certeza! Adorei!
Seção: Cardápio de Rainha
Postado por: Faby
Bife de chorizo com manteiga de ervas

A última receita que eu devia do jantar Perdigão, na verdade não é nem uma receita, é só mesmo um modus operandi muito, muito simples.
O chorizo é um corte argentino do nosso bom e velho contra filé (carnívoros e churrasqueiros, corrijam-me se eu estiver errada, please - bifes em geral não são lá o meu forte), geralmente servido em postas grossas. Eu gosto um pouco mais fino, mas aí é por conta do freguês.
A parada toda se resume apenas em selar a carne, temperada com sal grosso e pimenta do reino moída na hora (apenas no momento de ir para o fogo), em grelha bem quente. Sela de um lado, vira e sela do outro, no ponto desejado - eu gosto ao ponto mais para o mal passado mas aí, de novo, é cada qual com seu cada um.
A manteiga de ervas eu já ensinei aqui e ela é um trucão perfeito para se ter no freezer, viu? Já no prato, ela vai em rodelinhas por cima do bife quente, e vai derretendo e emprestando ainda mais sabor à carne. Uma manteiga temperada dá outra cara para os seus grelhados, vai por mim :)
***
Pronto! Mais um post que saiu do "limbo"! Agora, é só acelerar aqui os outros 765 que estão pendentes =))))
Ufa.

A última receita que eu devia do jantar Perdigão, na verdade não é nem uma receita, é só mesmo um modus operandi muito, muito simples.
O chorizo é um corte argentino do nosso bom e velho contra filé (carnívoros e churrasqueiros, corrijam-me se eu estiver errada, please - bifes em geral não são lá o meu forte), geralmente servido em postas grossas. Eu gosto um pouco mais fino, mas aí é por conta do freguês.
A parada toda se resume apenas em selar a carne, temperada com sal grosso e pimenta do reino moída na hora (apenas no momento de ir para o fogo), em grelha bem quente. Sela de um lado, vira e sela do outro, no ponto desejado - eu gosto ao ponto mais para o mal passado mas aí, de novo, é cada qual com seu cada um.
A manteiga de ervas eu já ensinei aqui e ela é um trucão perfeito para se ter no freezer, viu? Já no prato, ela vai em rodelinhas por cima do bife quente, e vai derretendo e emprestando ainda mais sabor à carne. Uma manteiga temperada dá outra cara para os seus grelhados, vai por mim :)
***
Pronto! Mais um post que saiu do "limbo"! Agora, é só acelerar aqui os outros 765 que estão pendentes =))))
Ufa.
Seção: Cardápio de Rainha
Postado por: Katita
Couve crocante com bacon
(guarnição infalível para acompanhamento de feijuca)

Croc, croc, croc é o barulhinho que esta couve incrível faz na boca. Não tem jeito, couve boa é couve frita, já comeu? Aquela refogadinha à mineira até funciona, mas ainda não tem comparação.
Frite cubinhos de bacon em sua própria gordura numa frigideira apenas untada com óleo e quando estiver bem crocante, junte alho picadérrimo (esquema micro), escorra o óleo, desligue o fogo e reserve.

Lave as folhas de couve, corte em tirinhas muuuuuuuuito finas e frite da mesma forma que se frita batatas. Use uma panela pequena e funda, coloque dois dedos de óleo (canola preferencialmente) e deixe esquentar até acender o palito de fósforo. Frite até mudar de cor (a couve entra verde clara e quando está no ponto fica verde escura). Escorra bem e depois misture na frigideira com o bacon e o alho.
Está pronto, perfeito e crocante.

(feijuca da Marina)
Esta couve eu fiz para a nossa ilustre convidada, a Marina, coleguinha de Bento que veio passar a tarde depois da escola. Quando eu perguntei o que ela queria almoçar, gritou logo: Feijão preto! Daí eu pensei: Vou investir numa couve, nem que seja fritinha para dar uma incrementada nessa feijuca infantil (com carnes desfiadinhas e em cubinhos). Ela, que disse que não gostava, na hora que colocou na boca para experimentar e fez croc croc, arregalou os olhos e falou sem acreditar: Que delícia! Bento entrou na dança e quase não sobrou nada para mim.
(guarnição infalível para acompanhamento de feijuca)

Croc, croc, croc é o barulhinho que esta couve incrível faz na boca. Não tem jeito, couve boa é couve frita, já comeu? Aquela refogadinha à mineira até funciona, mas ainda não tem comparação.
Frite cubinhos de bacon em sua própria gordura numa frigideira apenas untada com óleo e quando estiver bem crocante, junte alho picadérrimo (esquema micro), escorra o óleo, desligue o fogo e reserve.

Lave as folhas de couve, corte em tirinhas muuuuuuuuito finas e frite da mesma forma que se frita batatas. Use uma panela pequena e funda, coloque dois dedos de óleo (canola preferencialmente) e deixe esquentar até acender o palito de fósforo. Frite até mudar de cor (a couve entra verde clara e quando está no ponto fica verde escura). Escorra bem e depois misture na frigideira com o bacon e o alho.
Está pronto, perfeito e crocante.

(feijuca da Marina)
Esta couve eu fiz para a nossa ilustre convidada, a Marina, coleguinha de Bento que veio passar a tarde depois da escola. Quando eu perguntei o que ela queria almoçar, gritou logo: Feijão preto! Daí eu pensei: Vou investir numa couve, nem que seja fritinha para dar uma incrementada nessa feijuca infantil (com carnes desfiadinhas e em cubinhos). Ela, que disse que não gostava, na hora que colocou na boca para experimentar e fez croc croc, arregalou os olhos e falou sem acreditar: Que delícia! Bento entrou na dança e quase não sobrou nada para mim.
Seção: Cardápio de Rainha
Postado por: Katita
Toscana picante com alho poró

Só uma dica para preparar uma toscana assada bem gostosa, para aqueles dias em que a praticidade se faz necessária: linguiças toscanas numa fôrma untada; polvilhe com pimenta seca (eu fui de Jamaica); cubra com uma boa camada de alho poró cortado bem fininho; mais pimenta e um fio de azeite. Forno médio pré-aquecido, sem laminado, por 30minutos.

O alho-poró da superfície vai ficar bem crocante e o prato é perfeito com uma bela salada, um arrozinho fresco, um feijão verde, um purezinho de legume... fica à vontade.
Esse trucão saiu do kit Perdigão luxo que recebemos, e salvou meu almoço de hoje! Mas isso não é um publieditorial, tá?


Só uma dica para preparar uma toscana assada bem gostosa, para aqueles dias em que a praticidade se faz necessária: linguiças toscanas numa fôrma untada; polvilhe com pimenta seca (eu fui de Jamaica); cubra com uma boa camada de alho poró cortado bem fininho; mais pimenta e um fio de azeite. Forno médio pré-aquecido, sem laminado, por 30minutos.

O alho-poró da superfície vai ficar bem crocante e o prato é perfeito com uma bela salada, um arrozinho fresco, um feijão verde, um purezinho de legume... fica à vontade.
Esse trucão saiu do kit Perdigão luxo que recebemos, e salvou meu almoço de hoje! Mas isso não é um publieditorial, tá?

Seção: Cardápio de Rainha
Postado por: Faby
Yakisoba misto

Nada como aperfeiçoar uma coisa que já era boa, até porque estamos sempre aprendendo coisas novas, certo? Foi o que aconteceu com o meu yakisoba depois que passei a fazer o seu molho separado.
O processo é basicamente o mesmo - cozinhar os legumes no vapor (eu cozinhei assim apenas a vagem e o brócolis), fritar o filé mignon (e aqui usei também cubos de peito de frango e por isso, misto) no óleo de gergelim e depois ir adicionando aos poucos os legumes (eu ainda coloquei também cogumelo Paris fresco). Depois de tudo cozido (al dente, sempre!), é só reservar essa mistura e levar o macarrão (próprio para yakisoba) já cozido para fritar na mesma frigideira, wok ou grill. Já falei né? O segredo do yakisoba é fritar o macarrão!

Pois bem, até aí tudo igual à receita que eu já postei aqui. De diferente, apenas o fato de que, ao final, quando macarrão e legumes já estão misturados, acrescentei um molho preparado com caldo de carne (eu usei um restinho de um caldo caseiro que eu tinha, mas pode ser o tablete e também pode ser de frango), shoyu e um tiquinho de maizena diluída em água. O resultado é um creme espesso e brilhante, que você acrescenta ao prato por último de tudo, mistura bem e serve. Fica perfeito - cremoso mas sem cara de mingau de shoyu (urgh!), manja? O creme dá brilho e, como ele já é salgado, deixe para finalizar o tempero (sal e pimenta) apenas depois de incorporá-lo, ok?
Eu adorei esse jeito novo de fazer yakisoba =)

Nada como aperfeiçoar uma coisa que já era boa, até porque estamos sempre aprendendo coisas novas, certo? Foi o que aconteceu com o meu yakisoba depois que passei a fazer o seu molho separado.
O processo é basicamente o mesmo - cozinhar os legumes no vapor (eu cozinhei assim apenas a vagem e o brócolis), fritar o filé mignon (e aqui usei também cubos de peito de frango e por isso, misto) no óleo de gergelim e depois ir adicionando aos poucos os legumes (eu ainda coloquei também cogumelo Paris fresco). Depois de tudo cozido (al dente, sempre!), é só reservar essa mistura e levar o macarrão (próprio para yakisoba) já cozido para fritar na mesma frigideira, wok ou grill. Já falei né? O segredo do yakisoba é fritar o macarrão!

Pois bem, até aí tudo igual à receita que eu já postei aqui. De diferente, apenas o fato de que, ao final, quando macarrão e legumes já estão misturados, acrescentei um molho preparado com caldo de carne (eu usei um restinho de um caldo caseiro que eu tinha, mas pode ser o tablete e também pode ser de frango), shoyu e um tiquinho de maizena diluída em água. O resultado é um creme espesso e brilhante, que você acrescenta ao prato por último de tudo, mistura bem e serve. Fica perfeito - cremoso mas sem cara de mingau de shoyu (urgh!), manja? O creme dá brilho e, como ele já é salgado, deixe para finalizar o tempero (sal e pimenta) apenas depois de incorporá-lo, ok?
Eu adorei esse jeito novo de fazer yakisoba =)


